domingo, 9 de outubro de 2011

A COR PÚRPURA, UM ÁLBUM PARA...


EMOCIONAR!!!! A trilha sonora do clássico A Cor Púrpura é simplesmente fenomenal. É com esta frase clichê até que inicio o post sobre um dos melhores trabalhos musicais que já vi na vida. Uma das poucas trilhas instrumentais também que funcionam sem o filme. Enquanto escrevo este post aproveito para rever Celie, seus dramas e suas alegrias através dos maravilhosos arranjos de Quincy Jones grande tiranossauro rex da música norte americana. Este aliás é um dos poucos trabalhos do diretor Steven Spielberg sem a colaboração do seu fiel maestro John Williams. Não sei como seria a versão filmada do romance de Alice Walker pelas mãos do dono de trilhas inesquecíveis como Perdidos no Espaço, Parque dos Dinossauros, Indiana Jones (todos) e mais recentemente Harry Potter – os primeiros, mas nas mãos de Quincy o mundinho sulista de Celie ganha proporções gigantescas.
O trabalho é excelente. São dois CDs, o Box que tenho é antigo, aquele enorme que não dava para colocar junto aos outros, pois não tinha porta cd que o segurasse. O primeiro cd começa com nada mais nada menos que Miss Celie’s Blues letra de Quincy Jones e Lionel Richie... Uma das melhores músicas que já vi na vida!!!! Em seguida o tema inesquecivel da personagem principal Main Title, que música, exprime toda a fortaleza e sensibilidade da menina que mesmo com os percalços da vida continua seguindo em frente contando sua vida em verdadeiros desabafos a Deus. O amor de Celie por seu infame marido é retratado em uma música angustiante. Quincy consegue extrair da personagem através da música que apesar do personagem, vivido brilhantemente pelo ator Danny Glover, maltratar Celie durante quase todo filme, ela ainda sentia algo por ele, a música misturas arranjos de puro pastelão, com angustia e também a tristeza que significa o “amor” entre os dois no filme.
Outra faixa que destaco é Nettie Teacheres Celie . carinho, amor, sensibilidade estão presentes para retratar um dos ótimos e belos momentos do filme em que as duas irmãs aprendem e ensinam uma a outra. The Separation vem logo depois forte, pesada e não se engane querido leitor o pesada é pois sinônimo de aflição para uma das cenas mais fortes do cinema norte americano. Não tem como não chorar e com a trilha de Quincy – meu Deus!!! – fica ainda pior suportar esta parte do filme. Outras significativas do primeiro cd são I’m Here fofa, Body and Soul que retrata a chegada de Sofia a trama, vigorosa como a personagem de Oprah.
A música gospel negra estadunidense vai ser a principal base para o segundo cd deste álbum. Quincy não abandona o soul e o blues, mas mistura muito os três ritmo. O disco abre com Celie and Harpo. Linda. Ate chegar em Sophia Leaves Harpo com Quincy construindo magistralmente momentos de tensão e ternura em uma única canção. Show!!!  A áfrica é revisitada em duas canções Junk Bucket Blues e The Dirty Dozens a última com dozes CAVALARES de gospel. A partir deste momento a África conhecida por Celie pelas cartas descobertas da irmã vai entrar em ação. Os sons já esperados de uma “visão musical” sobre o continente africano vem misturado com pegadas gospel e a batida grandiloqüente própria dos anos 80, época em que o filme foi feito. A´te que o cd fecha com chave de ouro entoando o mais significativo e tradicional gospel com direito a coral gigantesco amplificado. Celie Shaves Mr/ Scarification Ceremony, Maybe God Is Tryin' To Tell You Somethin e Reunion/Finale são forte, exigentes com o ouvinte (só da para entender isso que escrevi se você ouvir e ver o filme!), divertidas e traduzem a mudança que Celie, nossa queridíssima heroína, passa ao longo de todo filme.
Se A Cor Púrpura foi um filme inesquecível para voce, então sua trilha sonora também vai ser gigante caro leitor. Lindo e forte trabalho. Inesquecível. Gigante. Viagem musical. Enfim, amor a primeira vista em uma das melhores, se não a melhor trilha que tenho em minha estante...
... Ps: poucas coisas no mundo me fazem ficar emocionado. Este cd – novamente – me fez ficar assim... Meio emotivo...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma negritude estampada na cara?

Os atores Valécio Santos como Shirley
e Henrique Bandeira como Alberto,
em cena de Transmetrópolis
Dias atrás, fui provocado por um amigo, sobre um dos pontos – considerados por ele – mornos de Transmetrópolis, meu primeiro espetáculo profissional como diretor e autor. Ele dizia ver minha veia sobre sexualidade presente na peça, mas que meu lado sobre negritude, forte característica que também sou conhecido pelas pessoas, neste primeiro espetáculo da SouDessa Cia de Teatro – que sou fundador e diretor – ele não conseguia enxergar. Fiquei pensando se por ser negro, ter militado um tempo e conhecido alguns movimentos negros por onde passei, tenho mesmo que mostrar que “sou negro!” para todo mundo ver? Não está na cara que Transmetrópolis é um trabalho de um diretor negro? Para a negritude estar presente, ela precisa ser evidenciada na sua cara, muitas vezes de forma panfletária e chata?...
Bem, como não estou nos anos 80 e apitaços e placas de “diga não ao preconceito” para mim não servem de muita coisa... Mostro-me de outras formas. Sim, minha negritude está no espetáculo, achava que só não veria quem não quer... Mas hoje sei que não é bem assim. As referencias as quais construí Transmetropolis são negras. Para falar sobre identidades Stuart Hall (apesar de acharem que sou chegado a teoria queer), para construir o arquétipo de Shirley (personagem principal da trama) estava com a ousadia de Madame Satã na cabeça. Shirley cita Steve Biko. Para fazer Moisés tive como referencia um pastor negro “ex homossexual” que dá cursos sobre como se tornar um hétero. A trama da peça é passada em um bairro periférico de Salvador chamado Pirajá e a religião que domina a periferia e pode até ser considerada como nova religião negra do país (sim isso é uma provocação, pense nisso!!!) são as congregações evangélicas.
Transmetropolis acabou sendo feito – em sua segunda temporada – com um elenco majoritariamente branco. Até um dos atores, Jean Carlos, chamou atenção para isso: “Nossa! Essa periferia está branca demais” em um dos ensaios. Eu realmente não ligo para isso nesta montagem, contanto que a personagem principal fosse feito por um ator/atriz negro (a), para mim tudo bem. Shirley, é quase óbvio, é uma extensão de mim. Muitas coisas que diz sou eu quem digo. Muitas coisas que pensa sou eu quem penso. Muitos desejos que tem eu já tive. Não consigo me enxergar na pele do Outro. O personagem principal para esta montagem tem que ser negro. É e curioso que quando encaramos a possibilidade de substituição – sei lá por quaisquer motivos – do ator Valécio Santos as pessoas dizem sempre: “Não enxergo ela feita por alguém branco.” “Quem faz Shirley tem que ser negra.” Quando dizem isso fico satisfeito, minha negritude não se mostrou panfletaria e aberta na trama, mas ela conseguiu transparecer para o público a ponto de ele se manifestar. Algumas pessoas conseguiam ver minhas referencias negras, outras nem sabiam quem são Steve Biko, Madame Satã, Fanon, mas enxergavam a força de uma NEGRITUDE NATURAL no espetáculo. Geralmente estas pessoas eram negras. Pois, Shirley é negra!
Para além de Transmetropolis, penso a negritude como algo que pode ser evidenciado não somente em cima de palanques, teses de mestrado de 150 páginas, discursos inflados e espetáculos panfletários. Precisamos avançar. Colocar a negritude em um patamar normal! Normalidade que para ser alcançada precisa de muito esforço da nossa parte. Descolonizar nossas cabeças! As ditas minorias, ou maiorias sem representação majoritária em espaços de poder, ainda encontram sua identidade exposta por fatores exóticos. E a destruição do exotismo muitas vezes não se dá a partir de gritos, placas nas mãos, apitos ensurdecedores. Essa negritude eu deixo para quem tem saco de ficar gritando embaixo de sol a pino. Nasci nos anos 80, mas a forma de lutar – na minha opinião – de lá pra cá mudou e muito.
Sou negro. E a minha negritude está na minha essência. Ela não precisa bradar para existir. Pois ela não se oferece como uma carência. Ela é!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MAIS UMA SOBRE MANDELA

Mais uma produção cinematográfica entra em ação sobre a vida de Nelson Mandela. Dessa vez, mais precisamente sobre Winnie Mandela, ex-esposa do líder sul africano. O filme, mesmo antes de estrear, já causa certo desconforto, pelo menos para a verdadeira Winnie que não aprovou o roteiro do filme e ameaça vetar o mesmo, tanto que ele não tem ainda data de estréia certa comercialmente. Para o papel principal Jennifer Hudson foi escalada e aparece linda no cartaz promocional do filme (abaixo) ao lado de Terrence Howard interpretando Mandela. A trama é inspirada no livro Winnie Mandela: A Life de Marie du Preez Bezdrob e a direção fica a cargo do sul africano Darrell Roodt do suspense Caçados e do drama Yesterday.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

YES?! VOCÊ PODE OBAMA!?...


A popularidade do homem está indo de mal a pior dizem os jornais de todo o mundo. A economia do seu país, que ele acabou "pegando" em fragalhos depois da era Bush, está mais uma vez correndo o risco de ir para o ralo... Mas o que fazer para aumentar a popularidade do presidente?... Hum... Obama pode até estar com o cacife em baixa no mundo real, mas na ficção seu nome está em alta em três produções que chegarão nas telonas cada uma em seu tempo certo, estrtégicamente para fazer o nome dele brilhar durante um bom tempo...
A primeira película trata-se de um filme dirigido por Willian Dear, Politics of Love, inspirado nas várias histórias de amor publicamente documentadas que surgiram durante a campanha presidencial do presidente americano Barack Obama. O protagonista da trama é a cara do presidente diga-se de passagem... Mas o filme não é nada em tom de acusação ao presidente não. É na verdade uma comédia romantica de duas pessoas em lados opostos da corrida presidencial.
Já outro projeto intitulado Kill Bin Laden (olha o nome!!!), aborda operações militares estadunidenses ocorridas em 2001, que objetivavam assasinar Osama Bin Laden. O projeto tem previsão de estréia em Outubro de 2012 (um mês antes das eleições nos EUA), mas está gerando burburinhos. Katrhryn Bigelow diretora de Guerra ao Terror (ganhou o Oscar, lembra?!) foi até investigada, pois o governo acha que Obama vazou informações secretas para a diretora dar mais verdade ao filme. Pior, a Sony - que produz o filme - fez até evento para arrecadar fundos para a reeleição do presidente.
E para fechar com chave de ouro, um projeto ainda sem título, um singelo filme com nada mais que Will Smith interpretando o homem mais poderoso do mundo. Will disse só esperar o tempo máximo de oito anos para colocar a produção em dias. Já que quer falar do presidente em toda sua tragetória política, consolidando seu caminho com o cargo máximo da politica estadunidense. Ou seja, já tem até projeto para deixar o homem na história...
Esperar as cenas dos próximos capítulos para que Obama seja reeleito, dê um tapa na cara dos economistas e ainda brilhar da sala de cinema mais perto de você...

Cartaz oficial de Politics of Love,
comédia romantica sobre amores
na época da eleição de Obama


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Que mel é esse Histórias Cruzadas??????

O que este filme tem pelo amor de Deus? Estreou meio que de mansinho... como quem não quer nada e abalou em menos de uma semana o coração dos norte americanos. Os engravatados da Disney (!) gastaram 25 milhoes de dólares com ele e já arrecadaram mais de 140 milhões de dólares em apenas 5 semanas SOMENTE com o boca a boca... Que mel é este presente em Histórias Cruzadas?... O filme conta a historia da jovem Eugenia "Skeeter" Phelan (Emma Stone) acaba de se graduar e quer virar escritora, mas encontra a resistência da mãe, que quer vê-la casada. Aconselhada a escrever sobre o que a incomoda, Skeeter encontra um tema em duas mulheres negras: Aibileen (Viola Davis), empregada que já ajudou a criar 17 crianças brancas, mas chora a perda do próprio filho, e Minny (Octavia Spencer), cozinheira de mão cheia que não arruma emprego porque não leva desaforo dos patrões para casa.
Mesmo com todo o sucesso, a estreia no Brasil é prevista para 3 de fevereiro, ainda... Devido ao sucesso em território estadunidense, fico com medo do filme ser mais uma película liberal onde brancos ficam amigos dos negros sem lançar mão de uma bela lição de moral... para os negros é claro!... Geralmente filmes falando sobre racismo qu fazem enorme sucesso vão por esta linha. Tomare MESMO que queime minha língua! Pena que vou ter que esperar até dia 03/02/2012 para conferir. Quer dizer, se a net deixar...


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SEVEURS EXOTIQUES, UM ÁLBUM PARA...


DESLIGAR O CÉREBRO E... DANÇAR! DANÇAR! DANÇAR!... Eis a conhecida história de 4 garotas que formam um grupo musical, estoram, acabam se transformando em trio embarcam um cd que as faz conhecidas como grande sucesso em seu país e logo depois a cantora "centro das atenções" se separa das outras componentes e lança carreira solo de sucesso... Não, não estamos falando de um certo grupo norte americano, mas sim do grupo afro caribenho Les Deesses. Este álbum, Seveurs Exotiques, começa correto com Ensemble, trata-se de um zouk moderno e sem pretensões grandiosas. Logo depois, a mistura começa a ficar boa com a faixa que dá nome ao cd, zouk + música "árabe" + hip hop... Nada fenomenal, mas divertido. On a Changé é a terceira, na minha opinião uma das melhores do cd, que ganhou dois clips - o primeiro horrendo e sua versão remix ótimo - zouk de primeira categoria para dançar agarradinho... Au Bord De L'agonie, Ca C'est Bon,  Danse Avec Moi - maravilhosa - e Oye Amor mantém a qualidade não deixando o álbum cair no ritmo. O cilma romantico vem com Confidence e Cacher, clichês até a alma... Seguindo On a Changé, Laissez Aller chega com sua mistura de vários sons do Caribe, é zouk, é rasga, o "tradicional" hip hop mantendo presença... Logo depois o álbum consegue, depois de tantas músicas boas para dançar, cair de qualidade, na verdade despenca ladeira abaixo com A Quoi Tu Penses e On A Change 2 (?!)... Mas nada que estrague o trabalho destas três garotas. Ignore as últimas e se delicie com um dos mais divertidos cds de zouck atual... Para desligar a cabeça do mundo e dançar a noite toda... agarradinho, claro!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Esta semana fiz contato com um novo velho mundo. Um mundo real, feito de quadrinhos, mas bem longe da fantasia de selos como a DC Comics ou da realidade que alguns outros selos espalhados pelo mundo gostam tanto de evidenciar. Descobri nestes últimos dias um quadrinista chamado Marcelo Quintanilha, talento fenomenal, e sua Obra Sábado dos Meus Amores, que traduz a realidade - aquela muito próxima a sua, à minha - para o mundo dos quadrinhos de uma forma completamente diferente, eu mesmo nunca tinha visto aquela forma de desenho, aqueles traços tão reais. Tudo parece que vai sair da publicação de pouco mais que 60 páginas, que mesmo não formulando histórias incomuns te fisgam de um jeito a ponto de você não querer mais largar as páginas.
Quintanilha trata da realidade carioca, da favela que você e eu moramos, ou do Nordeste... Mas espera aí... Isso MUITOS quadrinistas já fizeram. O que ele tem de diferente então?... Só vendo para crer. Primeiro: esqueça as histórias rebuscadas, cheias de reviravoltas. Marcelo busca justamente no simples, muito simples, o mote para seus desenhos. Ele retrata a pele negra de seus personagens (já que em sua maioria são nordestinos - que ele enxerga como negros em sua maioria - e o poo das favelas cariocas) com um brilho uma vida única em cinco histórias mágicas e rebuscadas através dos caminhos da realidade. A minha preferida é a história da menina recém alfabetizada que é zombada pelas amigas do curso de alfabetização para adultos por fazer as coisas como criança, mas ela não quer ser comparada como criança e desatina a se apaixonar pelo único homem que a leva a sério como mulher. É muito bonito!
O preço da revista vale a pena, geralmente se encontra a publicação por R$ 39,90, mas o material é de maravilhosa qualidade, capa dura, o tratamento gráfico é de proporções gigantescas, lindo mesmo. Desde já recomendo, o Nordeste e a favela sem maniqueísmo de Marcelo Quintanilha, seu excelente material, com texto incrível e arte de cair o queixo. Fenômeno!

IMAGEM DA SEMANA: LEILA LOPES MISS UNIVERSO!!!!!!


Linda!!!!!!! Meu Deus que sorriso lindo, que corpo (longe do estereotipo de mulher muito magra), que simpatia, que olhos, enfim que beleza estonteante. Foi o Miss Universo mais comovente que já vi. A única coisa que não gostei foi a Miss China ficando em 5º lugar. Nossa! A mulher é classuda demais, poderia estar entre as três... Mas decisão dos jurados, fazer o que. Voltando a angolana Leila Lopes, estudante de administração de empresas, não acreditei quando anunciou o nome das 5 mulheres mais bonitas do mundo, junto ao suspense da chamada feito pelos apresentadores, o teatro do Credicad Hall clamava o nome ANGOLA. Adriane Galisteu comentando: "Ela não está acreditando que está ali", ela realmente não acreditava, mas na loucura de um país que não era o dela, em um continente totalmente diferente do seu o povo deste país se comover em torno de sua figura! Isso sim era inacreditável!!!!! A torcida brasileira pela brasileira, que acabou no terceiro lugar, era simplesmente correta! Mas a de Angola, caro leitor... Eu dava gritos de guerra aqui em casa. E olha que nunca fiz isso com nenhuma Miss em nenhum momento. Acordar e ver em cada canto a notícia que uma mulher como Leila está como a mulher mais bonita do mundo... Nossa!!!! Ma-ra-vi-lho-so! Finalizo com a frase de Leila quando questionada sobre racismo: “Racismo não me atinge. Os racistas sim devem procurar ajuda, porque não é normal uma pessoa pensar assim no século 21. Qualquer tipo de preconceito não tem fundamento”. Terapia neles Leila...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

APERTE O PLAY!!!!! Tank - I Can't Make You Love Me

Clip bonito, simples, bem feito, do jeito que gosto, vem do cd Now Or Never lançado em 2010. A música já é conhecida. O cantor Tank talento de ouro. Gostei realmente, tanto que passo...

sábado, 27 de agosto de 2011

APERTE O PLAY!!!!! BEYONCE 1+1

Novo clip de Beyonce, de uma música do seu mais noo cd - 4 - que para mim não é lá grande coisa... Mas o clip é muito bem feito. Simples. Sem coreografias grandiosas, sem modelo bonito, somente Beyonce no centro das atenções... É incrivel a forma como a cantora consegue se reformular em um mesmo cd.

sábado, 13 de agosto de 2011

APERTE O PLAY?????????? Glória Maria...

Minha gente o que é isso? Eu realmente preciso falar alguma coisa? Alguém precisa dizer a ela que ela não PODE cantar?...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

300º Postagem!!!!

Alegria!!!!!!!!!!!!!!!... Há um certo tempo atrás, na cidade de Alagoinhas, interior da Bahia, quando ainda era universitário, decidi, depois de ter visto o filme musical Dreamgirls fazer um blog sobre cinema negro. Postaria nele, minha visão sobre a sétima arte voltada para a cultura de raiz africana. Com o tempo, o cinema foi ficando cada vez mais pequeno para o blog e passei também a falar de televisão. Depois virei de cabeça para baixo o blog; agreguei entrevistas, criticas teatrais, música, clips e colunas sobre cultura negra de tudo quanto é forma. Já falei de boneca, de série gay negra, tapa de protagonista em novela da oito, entrevistei ator transfomista, escritora de sucesso, diretora teatral, músico engajado, já postei minhas opiniões sobre o mundo negro... Já fiz de um tudo, sempre com o pensamento de colocar a cultura do meu povo em envidencia, elogiando quem realmente faz um trabalho bem feito e aqueles que infelizmente escorregam na maionese - afinal de contas não somos perfeitos.
E agora chego a trecentésima postagem!!!! Por que comemoro? Pois construir um blog com 300 postagens definitivamente não é facil. Tenho que ver o produto, degusta-lo direitinho, sentar em frente ao computador e digitar - muitas vezes mais de uma página - postando minha opinião sobre o mesmo. Saliento o "mais de uma página" pois a maioria dos blogs e seus formatos possuem textos rápidos e leves. Em poucos vejo, a precisão de total atenção do leitor. E ao mesmo tempo que desejo passar a infomação, quero distancia da forma enfadonha como muitos veículos tratam a cultura negra. Enfadonha, distante, quase inalcançável... Só não abro mão do meu típico mau humor... e do meu humor negro com o racismo... Afinal de contas o autor é um homem negro e outro tipo de cor meu humor não poderia ter... Também não abro mão da provocação, incitar de vez em quando é ótimo! E os meus textos fazem isso.
Pensar a cultura negra, provocar a cultura negra, problematizar as identidades negras, esculhambar atitudes afro-oportunistas, divulgar artistas que estão começando ou que não são conhecidos por estas bandas e falar também daqueles que tem estrada longa... O mundo negro é visto no PELÍCULA NEGRA. Muito obrigado a você, caro leitor, que acompanha. Obrigado mesmo!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

BLACK PRESIDENT: tradução.

Hoje, na beira de mais uma comemoração do PELÍCULA NEGRA... faço um post sobre uma música que quando ouço sempre me emociono. Da diva sul africana Brenda Fassie -  considerada a rainha do pop por lá mesmo depois de oito anos de sua morte -  Black President é pura força, encanto, elegancia e infinita emoção. Brenda fez esta canção em homenagem a Nelson Mandela, quando o primeiro presidente negro da Àfrica do Sul saiu da prisão depois de anos de sofrimento. Apesar de toda sua vida conturbada, com passagem por clínicas de recuperação por conta de seu vício em drogas, Brenda ao contrário de muitos cantores que se viciam, cantava a esperança. Nunca deixou de sorrir, pular em suas apresentações. Muitos gostam das divas negras que cantam (e muitas vezes muito bem!) o lamento, o sofrimento... Já eu gosto de Brenda, pois ela é pop (e realmente sou um pop maníaco) e canta a superação, a alegria, o amor a sua terra! É por isso que Black President sempre me alegra. Para mim é um hino! A letra sozinha já é um primor, com a melodia e a voz de Fassie, nossa (!!!), não tem como o sorriso não ir ao rosto.

Presidente Negro

O ano de 1963/ O presidente do povo/ Foi levado por homens da segurança /Todos vestidos de uniforme /
A brutalidade, a brutalidade/ Oh, não, meu presidente negro / Ele e seus companheiros /Foram condenados ao isolamento/ Por muitos anos dolorosos/ Por muitos anos dolorosos/ Muitos anos dolorosos/ De trabalho duro
Eles romperam cordas / Mas o espírito nunca foi quebrado / Nunca quebrado/ Oh, não, meu, meu presidente negro / Vamos nos alegrar para o nosso presidente/ Vamos cantar para o nosso presidente/ Vamos orar para o nosso presidente/Vamos cantar, vamos dançar/ Para Madiba por nos dar a liberdade
Agora em 1990/ O presidente do povo/ Saiu da prisão/ Levantou a mão e disse: !Viva, viva, minha gente!/ Ele andou pela longa estrada/ De volta, de volta à liberdade/ /De volta, de volta à liberdade/ Liberdade para o meu presidente negro
Vamos nos alegrar para o nosso presidente/ Vamos cantar para o nosso presidente/ Vamos orar para o nosso presidente / Vamos cantar, vamos dançar / Para Madiba por nos dar a liberdade / Hmm maa (3x) / Mama/ Hmm maa (3x) / Mama

Black President

The year 1963 / The people's president / Was taken away by security men / All dressed in a uniform / The brutality, brutality / Oh, no, my black president/ Him and his comrades / Were sentenced to isolation / For many painful years / For many painful years / Many painful years / Of hard labor / They broke ropes / But the spirit was never broken / Never broken / Oh, no, my, my black president / Let us rejoice for our president / Let us sing for our president / Let us pray for our president / Let us sing, let us dance / For Madiba, Madiba give us freedom

Now in 1990 / The people's president / Came out from jail / Raised up his hand and said / Viva, viva, my people'/ He walked the long road / Back, back to freedom / Back, back to freedom/ Freedom for our president/ Let us rejoice for our president / Let us sing for our president/ Let us pray for our president/ Let us sing, let us dance /For Madiba, Madiba give us freedom/ Hmm maa (3x)/ Mama/ Hmm maa (3x)/ Mama/ I will die for my president / I will sing for my president/ I will stand and say/ Viva, viva, viva, viva, viva, viva my president
A versão que tenho no cd "The Queen of African Pop - Brenda Fassie - 1964/2004 - Greatest Hits" é bem grandiosa, esta é mais pop, mais dançante. Considero a versão original melhor, mas o clip vale muito a pena. E se você nã conhece Breda trate de conhecer... Não vai se arrepender, garanto!


sábado, 30 de julho de 2011

APERTE O PLAY!!!!!! Les Aiglons

Com 14 álbuns de sucesso, inúmeros hits, o grupo Les Aiglons faz sucesso até hoje. Ano passado foi lançado um álbum do grupo. Quem nunca dançou ao som do grupo das Antilhas Francesas que espalhou a lambada pelo mundo?... O sucesso virou moda aqui no Brasil com o desenvolvimento do ritmo no final da década de 70 início dos anos 80. Eu dançava e muito! E você, não?! Ah vai, confessa... Dançar lambada no final da década de 80 inicio dos anos 90 era tudo de bom. Para lembrar, relembrar e dançar muito ao som de um dos grupos de black music (por que não?!) mais contagiantes da história...


terça-feira, 26 de julho de 2011

JENNIFER HUDSON OU NINA SIMONE?????

"Existem canções que sao eternizadas na voz de uma pessoa e nao precisa de regravaçoes, a gravação original fala por si sò!!!" Com este comentário em um post meu do facebook meu amigo virtual (rsrs) Anderson acabou inspirando este post. Seu comentário foi sobre o vídeo que postei de uma das apresentações ao vivo de Jennifer Hudson, que em seu segundo álbum regrava um hit de Nina Simone. Felling Good é uma das melhores do cd e , para mim, a versão de Hudson é bem superior a de Nina, pois evoca a alegria e a redenção que a música precisava.
Outra coisa, acho também que a forma de cantar mudou muito de uns tempos para cá. Nem melhor , nem pior, apenas diferente. O som sai dos cantores de forma diferente, eles pensam em outras coisas, e a melancolia daqueles tempos já não resiste aos dias atuias. É um outro tipo de sentimento. Nina interpretava a canção maravilhosamente, mas nunca me agradou a forma como suas canções tristes ecoavam dentro de casa... Até nesta canção, feliz!, ela é triste. Coisas da cantora, ok? E também Nina vem dos Panteras Negras... Muito das experiencias e forma de vida está na sua interpretação... Jennifer não passou por isso... É lógico que a força de sua voz vem por outra linha...
Agora é com voce caro leitor, veja a canção na voz das duas cantoras e tire suas próprias conclusões. Deixo logo o aviso que, não estou comparando Nina com Jennifer, posi são duas coisas bem diferentes. São ÓTIMAS cantoras, cada uma de sua forma traz a música aos nosso ouvidos da forma como achar melhor. Escolhi a de Hudson, pois tem mais haer comigo, é mais pop, mais leve, grandiosa eu acho também... E você, o que acha?...






sábado, 16 de julho de 2011

Vc já ouviu falar em... HISTÓRIAS CRUZADAS (THE HELP)?


Uma estadunidense aspirante a escritora, do estado do Mississipi, nos anos 60, resolve entrevistar uma empregada doméstica negra para seu primeiro livro. A empegada então resolve soltar o verbo sobre as relações entre empregadas negras e seus patrões brancos. Ela fala francamente com todos os detalhes e o livro acaba tendo uma repercursão jamais imaginada. A entrevista rompe com o código de comportamento implícito nos lares entre negros e brancos e choca a comunidade.
Essa é a história de Histórias Cruzadas (The Help), filme dirigido por Tate Taylor com Viola Davis, Emma Stone, Jessica Chastain e Octavia Spencer. Pelo trailer o tom é leve, mas ao mesmo tempo traz cenas pesadas. Gostei também do cartaz. O filme é produzido pela 1942 Produções e chega aqui no Brasil dia 16 de Setembro de 2011. Fico aguardando, pois a história é interessante. Tomare que não seja exemplo daqueles filmes que falam sobre diferenças e apelam para pieguice do clichê "todo mundo é igual" no final da história...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I REMEMBER ME... Um álbum para...

NOSTALGIA PURA. Existe vida após o Ìdolos? Existe vida depois do 2º (!) lugar do Ídolos? Jennifer Hudson provou que sim com DreamGrils, roubando a cena de Beyonce e os demais astros com quem contracenava logo em seu filme de estréia. Ficou conhecida, cantou no Oscar, ganhou pemios, fez outro filme Sex And The City - com canção engatada na trilha sonora - e fez seu primeiro trabalho na música, mostrando que a derrota no Ìdolos não abalou sua carreira por conta da sua força de vontade, talento e sua voz brilhante que crescia a cada dia. Seu primeiro álbum que leva seu nome, de 2008, chegou para marcar seu lugar no patamar de divas norte americanas. Agora, em 2011, a sra. Hudson passa por uma transformação total, em voz, em corpo, em tudo! E esta transformação está presente a cada música de I Remember Me, forte trabalho da cantora/atriz.
Não entendeu ainda, caro leitor, o por que o "Nostalgia Pura" no começo da postagem? Explico: o álbum me remeteu a ótima (e infelizmente!) antiga fase de cantoras como Whitney Huston e Mariah Carey. Os fãs com certeza irão me matar, mas estas duas não são as mesmas de antes. Vejo que Hudson tem tudo para ser uma Huston com juizo! Estou só esperando um grande filme para ela estourar de vez com trilha sonora!!! Pois conhecida ela já é, o aperfeiçoamento do seu trabalho é bem ao gosto dos norte americanos que ADORAM uma história de superação e por fim ela é talentosa pra caramba. A cada batida do R&B nunca batido - pois é remisturado com vários outros sons - do seu novo trabalho, Hudson lembra Huston em uma época boa, em que sua voz era realmente viva e que seu som servia para nos tocar sem esforço.
Não estou dizendo que a sra. Hudson desaparece neste I Remember Me. NÃO! Só lembrei, pois apesar de não ser fã, sinto falta de uma Huston mais vigorosa. Algo que Celine Dion soube aproveitar bem com o tempo e com a maturidade, a maternidade... A velhice está fezendo bem para Celine, ja para Hiuston... Continuando... Jennifer Hudson brilha neste novo trabalho. O álbum é melodramático as vezes ( No One Gonna Love You), mas forte com I Got This uma linda canção sobre seguir em frente e não perder as esperanças. A batida só aumenta a ontade de ouvi-la novamente. Logo depois, Where You At vem para mostrar que o amor que se pinta é bem diferente daquele que se apresenta bem na nossa cara!... A música que dá nome ao álbum abrilhanta mais ainda o cd, fala sobre alguém procurando seus pedaços destruidos e tendo que se reconstruir: "I dream about, I dream about.The place where all the broken pieces fit together".Gone é exageradamente ciumenta e deliciosa. Ouça e entenda! rsrsrs. O exagero é repetido em Why Is It So Hard, já que o amor também não é um sentimento fácil de se administrar, chega às vezes a ser contraditório demais... Still Here entra aqui como destaque pois é clichê, por isso destaco, parece feita sobre encomenda "olha sou uma diva!"... Felling Good para mim é a MELHOR música do cd! Simplemsente maravilhosa. O som, mistura de gospel com soul, um lee jazz, a letra simples e um primor - bem do jeito que gosto! - sobre um novo dia, sobre a alegria que brota na esperança de um novo dia. Muito lindo! A armadilha do cd é Belive, que no primeiro momento parece outra canção para Hudson se garantir como diva - ela grita, ela tem agudos fortes e tal - mas a letra, principalmente o refrão deixa qualquer obviedade de lado. O gospel chega com tudo nesta.
Dqui do meu som, digitando estas palavras, não consigo parar de ouir este cd. Coloco e viajo. Lindo trabalho e que Jennifer Hudson se aprimore mais e mais. A qualidade do seu trabalho está ficando cada dia mais rebuscada. Sorriso garantido.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Undercover

Que J.J Abrams é o midas do século XXI todo mundo já sabe! Que o cara é um faz tudo também todo mundo sabe. Misto de produtor, diretor de primeira categoria, visionário, roteirista este grande profissional é responsável por tirar a tv norte americana - e por conta da sua influencia, a do resto do mundo também. - do ostracismo e o cinema do lugar comum. Se você acha que nunca viu nada dele... Missão Impossível 3 e 4, o novo Star Trek, produtor de Cloverfield, as séries Lost, Alias, Felicity são suas crias... Também esta Undercover sua filha.
Estrelada pelos atores, Gugu Mbatha-Raw e Boris Kodjoe a série fala sobre um casal de espiões que volta a ativa por conta do desaparecimento de um amigo. Enquanto isso eles levam - ou tentam levar - uma vidinha normal administrando uma empresa especializada em bufês. Sim... é mais do mesmo, eu também concordo, mas é mais do mesmo nas mãos de J.J Abrams ainda por cima protagonizada por atores negros. Sim isso é um baita diferencial! A série tem ritimo,  mas não fez sucesso, completando somente uma temporada. Os especialistas norte americanos de televisão colocam a culpa do fracasso no desenvolvimento da trama que é realmente batida e ruim. J.J Abrams já vinha de uma outra série que o povo dizia ser copia de outra, Fridge seria cópia de Arquivo X... Outros afirmam que uma das causas da série não ter dado sucesso seja justamente o casal protagonista afro americanos.  E por conta disso o público se desinteressou. Consideraram ousadia demais a idéia do cineasta/produtor/roteirista em colocar algo tão grandioso e sem pegada racial protagonizado por negros.
Seja isso verdade ou não, dentro desta perspectivia, nós ainda não atingimos o senso comum! Ou seja, a capacidade de estarmos em qualquer veículo de mídia sem necessáriamente estarmos ligados a temática racial. Quando isso acontece, poucas vezes diga-se de passagem, tudo tem que ser revestido com uma parte branca. Geralmente um ator branco que acompanha. Todo mundo sabe que casal interracial faz sucesso e não é de hoje. Maquina Mortífera e Miami Vice estão aí para tirar a prova.
Infelizmente, este Undercoer só ficou uma só temporada, mas o suficiente para fazer história. Os protagonistas são lindos, talentosos, seu idealizador é brilhante. É ver o trailer abaixo, ficar curioso e baixar, depois tirar suas próprias conclusões, pois não foi exibida aqui no Brasil, mas já está disponível na net.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Negras na Playboy...

A revista Playboy conhecida por ser uma publicação de nu feminino, famosa no mundo inteiro tem 434 edições com a atual de julho deste ano. A publicação americana com certeza passa disso, já que foi fundada em 1953, ditando padrões de beleza a serem consumidos, sonhados e por que não seguidos também...  Desde sua primeira edição norte americana trazendo a capa nada mais nada menos que Marilyn Monroe, sem número na edição, já que seu criador não tinha certeza do sucesso da mesma, muitas mulheres, famosas ou que conheceram o sucesso a partir de seus flashs, passaram pela publicação. No Brasil em 1975 chegava a primeira Playboy com selo nacional com Livia Mund na capa. Mas somente em 1979 a revista foi publicar em sua capa, como ensaio principal uma mulher negra.


No seu aniversário de 25 anos a edição brasileira estampa a modelo americana Darine Stern.



Um ano depois outra negra estampa a capa da revista. O ensaio evocava o carnaval brasileiro cheio de suas mulatas voluptouosas e fantasias na cabeça de muitos foliões... principalmente os brancos.



Com um vácuo de 16 anos, somente em 1996 que Isabel Filardis estamapa uma outra publicação em sua capa.


A modelo Rosiane Pinheiro, musa da Copa do Mundo de Futebol, posa para a capa da Playboy de junho de 1998.


Em 2002 o reality show extinto (graças a Deus!) Amor A Bordo no programa do apresentador Luciano Huck colocou sua vencedora nas capas da publicação para publico masculino mais famosa do mundo.


Em Fevereiro de 2009 Jessica Maia pousou para a revista novamente com o ensaio evocando o carnaval.

Juliana Alves, atriz global, que fez a personagem Suellen da novela Caminho das Índias, foi a sétima mulher negra a estampar uma capa da 'Playboy' brasileira. Ano 2009, edição de outubro.



Como ´setima negra a estampar a capa de uma publicação brasileira da revista a ex integrante de outro reality show desta vez o BBB, Jaqueline causou polemica (?!) ao dizer o óbvio que não foi convidada para pusar como capa, pois as revistas de nu masculino eram racistas. Ganhou na sua edição duas capas, uma comportada e outra ousada...



Mas por que falar de Playboy afinal de contas?... Pois ela como outras revistas de nu - ou não! - dizem, mostram, divulgam, o que é considerazdo bonito. E consequentemente o que é desejado pelos homens brasileiros. Não vou ficar aqui afirmando o óbvio, que o modelo de beleza vigente não é o negro blá blá blá, isso você está careca de saber e se não acorde para a vida!... A revista segundo a o fundador da Abril Editora: "É uma revista para ajudá-lo a tornar-se completo. Para atualizá-lo em todas as áreas de seu interesse inteligente: esporte, aventuras, arte, cinema, moda, literatura. E naturalmente, nas doses certas, um outro assunto de grande interesse: a mulher"... Destes assuntos todos, a mulher negra não ocupa espaço na revista. Somente sete desde 75?... Sei que muita gente não curte mais a revista, por conta da internet que disponibiliza seu conteúdo, também por que se tornou-se quase que um concurso de imagens fotoshopadas, alguns dizem da sua qualidade não ser mais a mesma e suas concorrentes serem melhores, ou por que a Playboy em tempos de Brasileirinhas pode ser comparada a um garoto franzino tentando combater o valentão da escola. Que seja! Muitas - ou quase todas - as revistas brasileiras sofrem deste mal, já que para eles negro(a) não vende. Mas os publicitarios sabem que comprarm! Isso eles sabem, por mais contraditório que seja... É bom reparar no movimento dos publicitários quando são confrontados com sua obviedade construída. Dizem "Não somos racistas!" para não afastar o público negro que compra suas publicações, mas ao mesmo tempo "no fundo" existem uma outra mensagem... "Mas não esperem representações!"...

domingo, 10 de julho de 2011

RAÇA NEGRA AO VIVO... UM ÁLBUM PARA...


DOR DE COTOVELO!!!!... Para melhor aproveitamento do antigo trabalho do grupo Raça Negra é preciso uma advertencia: Ouça este cd somente se estiver MUITO feliz!... Pois se você no momento estiver em zona de fim de namoro, ou em crise no relacionamento é melhor ficar longe dele. LONGE! Se não, aproveite este símbolo da dor de cotovelo, dos desesperados por um amor bandido, do samba/brega romantico (nossa que redundante!) tão em alta nos anos 90. Este foi o primeiro trabalho ao vivo do grupo, onde foram acoplados quase todos os hits da carreira deles . Não estranhe se os destaques são muitos. O álbum abre com um sambinha de quintal feliz... Feliz no quesito Raça Negra se é que você me entende... Tempo Perdido abre o cd com gritos eufóricos das fãs, logo depois outro hit Me Leva Junto Com Você onde começa a fase "desesperado de amor e muito carente!", afinal de contas versos como "O mel do seu beijo tem o gosto do amor/ Me leva junto com você/ Meu bem eu te peço não me deixe só/ me leva junto com você/ Ninguém te pertenceu/ Ninguém te ama como eu"... São dose para leão! A faixa Deus Me Livre vem com a porrada "Eu quero esquecer, mas se vejo você coração dispara"... Ai é covardia!!!!!!...Logo depois, Preciso Desse Amor segue a mesma linha da música anterior.  Maravilha vem para aumentar o astral, música esperançosa, quase um hiato no repertório do grupo. Preciso Dar Um Tempo é tão triste, mas tão triste que te faz rir descontroladamente... Se você conseguir chegar em Te Quero Comigo, Quando Te Encontrei e Cigana considere-se um herói e de auto estima inabalável!!!! Estou Mal diz logo para que veio em seus primeiros versos. Não há mais salvação querido leitor. A depressão agora é incurável, a carencia destrói de vez: "Preciso de você/ estou cansado de sofrer/ estou com medo de não aguentar/ estou peredendo a razão de viver..." Peça logo a morte!!!!!!! Já Ciúme de Você é brega e animada. Com Tarde Demais eu sou suspeito para falar, pois me entrego facilmente a ela. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidencia!... Curioso é a forma de que o grupo escolhe para começar quase todas as suas dramáticas canções de amor; a capela e com o público acompanhando logo em seguida. Só depois de um bom minuto de cantoria da platéia os instrumentos começam a tocar. Raça Negra ao Vivo é um álbum bom para ouvir com os amigos, a caminho da bebedeira, ou aquele cd bom para a sessão nostalgia e também para você morrer de rir com os mesmos de como sabe todas aquelas canções de cor sem nunca perceber isso... Mas mantenha o ábum longe se estiver canrente, depressivo, sozinho, desesperado, triste...

sábado, 9 de julho de 2011

10 Atores Negros que Você Deveria Dar + Atenção...

Não só de Will Smith, Jamie Foxx e Denzel Washington vive o cinema Hollywoodiano. Uma certa vez vi entrevista com Will Smith comentando sobre como era ser um grande astro negro nas telonas. Will, no auge da sua ironia, disse que era algo super fácil, pois não havia concorrencia, se fosse branco sim era um fato preocupante... Claro que atualmente existem vários atores negros no cinema norte americano, mas muitos deles não conseguem o status dos grandes astros citados acima. Ao contrário dos atores brancos que de estrela tem uma boa quantidade. Mas outros atores tem o seu lugar cativo no coração do público, principalmente o negro. Só não são tão conhecidos como estes últimos. O público devia realmente dar mais atenção a eles, pois são muito talentosos. Participando de produções menores, séries ou mesmo grandes produções em papéis pequenos ou não, estes atores tem um talento fenomenal e trilham seu caminho para o sucesso.



Blair Underwood:


Ator, produtor, diretor, escritor... um faz tudo! Seu mais recente feito foi o filme The Bridge to Nowhere. Mas é mais conhecido por participações em séries como Em Tratamento, The New Adventures of Old Christine, Sex and the City, LAX e Lei & Ordem. O ator no cinema já atuou em Madea's Family Reunion, Uma Coisa Nova, Full Frontal, Regras do Jogo, Até As Últimas Conseqüências, Impacto Profundo e Justa Causa. Blair sempre marca presença na verdade pela simplicidade, suas atuações são sempre contidas, mas muito boas. Segura bem os papéis que defende. Seu mais recente trabalho The Art of Getting By (2011) já está disponível em dvd.

Boris Kodjoe:


Parece querer se especializar em ficção cientifica. No curriculo tem três: Resident Evil 4, Os Substitutos e Tropas Estelares 3. Foi revelado por uma comédia romantica de sucesso chamada Amor e Basquete. Faz na verdade, a linha "brucutu simpático", é musculoso, corre, segura bem uma arma, faz cara de ameaçador, mas ao mesmo tempo se quiser se traveste de galã em dois tempos. O negão também se envoleu na série de J.J. Abrams' 'Undercovers' em que faz um espião que junto com a esposa (também espiã) volta a tiva para salvar um amigo. A série é uma mistura de Sr e Sra Smith e Alias do próprio Abrams. Dizem as más linguas que a série mesmo bem sucedida não continuou, pois foi vitima de racismo, já que tratava de uma série de espionagem protagonizada por atores negros...

Terry Crews:



Ficou famoso como o pai do protagonista da série Todos Odeiam Cris, o comediante Terry Crews já foi jogador de futebol americano. Estreou em o 6º Dia e não parou mais. A Serviço de Sara, A Mais Louca Sexta-feira em Apuros, Deliver Us from Eva, Malibu's Most Wanted, Starsky & Hutch – Justiça em Dobro, Uma Festa no Ar, "As Branquelas, "Click e The Expendables - Os Mercenários. O filme Bridesmaids, comédia romantica que fez sucesso inesperado nos EUA é o seu mais recente trabalho. É um ator que tem time maravilhoso e sAbe muito bem trabalhar sua imagem de brutamonte com muito bom humor.

Cammon:



Ele na verdade é rapper... agora quer ser ator... Cammon é na verdade a alcunha artística de Lonnie Rashid Lynn, Jr. Cammon faz um tipo de rap meio "haribô", centrando suas músicas em outros assuntos como amor e espiritualidade. Com ator já participou de grandes filmes como o último O Exterminador do Futuro, O Procurado, A Última Cartada e O Gangster. Seu ultimo filme, Jogada Certa, ao lado de Queen Lathifah, um romance água com açúcar mostrou um lado mais ameno do rapper, justamente cruzando um pouco com a figura do cantor.

Daniel Sunjata:



Ele estará no proximo filme do Batman. Nada mais nada menos que isso... Mas.. onde foi a última vez que você viu este ator mesmo?... Em O Diabo Veste Prada? No filme Melinda e Melinda? N asérie Lei e Ordem?... Daniel definitivamente não e o tipo de ator marcante por suas atuações, mas realmente espero que o homem morcego lhe dê uma ajudinha tornando-se mais que um rosto bonito em uma cena ou outra.

Djimon Hounsou:



Ex modelo beniense, também dançarino, este grandioso ator teve seu BUM anos atrás em filme de Steven Spillberg. Todos se lembram do africano escravizado Cinqué que lidera a revolta aos brancos no navio Amistad  que dá nome ao filme. Desde então não parou ganhando destaque com Juba em Gladiador, no trash Tentáculos, Diamante de Sangue, A Ilha, Eragon, Herois. Também já fez clips com Madonna e Janet Jackson. Seu mais novo trabalho A Tempestade - baseado na obra de William Shakespeare - ainda não chegou aos cinemas brasileiros. Hudson marca sempre os filmes que participa com sua figura e atuação fortes.

Jensen Atwood:



Natural de Los Angeles, é mais conhecido por duas atuações, já que sua carreiras nas telonas é recente. A versão cinematográfica da série gay Noah Arc e o telefilme de Oprah Winfrey Aos Olhos de Deus. Alémd e ator, Jesen é dançarino e cantor. Fez trabalhos em clips das Destinys Child, e das cantoras Toni Braxton, Ashanti, Lil Mo, Chante Moore e Kenny Lattimore para citar alguns. Tem um ponto baixo no curriculo: a horrível série gay vampiresca (!) Dantes Cove. Faz a linha sensual/galã/perigoso. Apesar de trabalhar em duas séries gays de grande sucesso o ator não é gay.

Michael Ealy:



Este daqui tem tudo para ser o queridinho dos próximos anos. Participou de filmes como O Milagre em Santa Anna de Spike Lee, Aos Olhos de Deus produzido por Oprah Winfrey, no drama de Tyler Perry For Colored Girls, no filme de ação + Velozes e + Furiosos e nas comédias Uma Turma do Barulho 1 e 2. Seu próximo projeto é o Anjos da Noite 4 a ser lançado em 2012. O ator de 37 anos, ex da atriz Halle Berry (momento CARAS, né?!), participou também de um clip do anterior cd de Beyonce, Halo. Sobre a experiencia Ealy relata: "Assim que ouvi o som, tinha que fazê-lo. Foi a segunda vez que me pediram para fazer um vídeo da Beyoncé. O primeiro foi em Irreplaceable, mas eu não queria fazer esse, eu disse ‘me chame quando tiver um papel de herói.". Ealy ainda comenta que o vídeo original de Halo“não era tão fofo e o vídeo foi refeito: “Tive mais um dia para ficar com a Beyoncé, pobre de mim, quantos homens podem dizer que ficaram a 8cm da Beyoncé e ela cantando para eles?"

Taye Diggs:



Ator norte americano, faz teatro, cinema, televisão. E é um ÓTIMO ator. Pena que se destaca muito mais em produções menores que nos grandes filmes que faz. Fez a peça musical Rent e também sua versão cinematográfica, a série Private Practice originada da popular Grey's Anatomy. Trata-se de um ator de multiplas qualidades, canta e interpreta muito bem. Em seu curriculo, a ficção científica Equillibrium, o terror A Casa da Colina, o policial O Crime Perfeito, o clássico Vamos Nessa!, o musical Chicago dentre outros. Seu mais novo projeto é o sobrenatural Dylan Dog e as Criaturas da Noite.

Wilson Cruz: 



Mais recentemente participou da série Noah Arc onde fazia um enfermeiro aidético e também do ótimo filme Ele Não Está Tão Afim de Você. Além dessas produções fez Party Monster, a ficção SuperNova e o político Nixon. Participou também das séries Grey's Anatomy e também de Minha Vida de Cão, em qeu seu personagem é levemente inpirado nele mesmo, já que fazia um jovem gay que era posto para fora de casa pelos pais. Fez também a comédia romantica Pesoa Com Quem Eu Dormi, sobre uma mulhr promiscua que fica grávida e precisa descobri quem é o pai do bebê que espera. Gay assumido, o ator é super engajado na causa gay, participou da campanha We Can Do It incentivando homossexuais assumidos nas forças armadas norte americanas e volta sua luta LGBT para a comunidade negra homossexual.

domingo, 26 de junho de 2011

DREAMGIRLS - Um álbum para...


CAIR O QUEIXO!!! Um dos poucos casos de trilha sonora que consegue ficar de pé sem se apoiar no filme. Dreamgirls é uma reunião de vários bons fatores. Black music de primeira qualidade, produção perfeita, atores/cantores ou cantores/atores (tanto faz!) de ótima linhagem, versões melhoradas de um dos mais influentes espetáculos teatrais de todos os tempos, a descoberta de Jennifer Hudson e a redescoberta de Eddie Murphy. O álbum ainda é um dos mais tocados no meu pc. Comprei o cd no escuro, anos atrás, antes mesmo de ver ao filme e não me arrependi. Destaques para Move - muito boa canção de abertura - Steppin To The Bad Side (minha preferida), a reviravolta de Dreamgirls, a bombástica And I Am Telling You I"m Not Going que catapultou Jennifer Holliday (teatro) e Jennifer Hudson (filme) ao estrelato com suas fortes vozes, I Am Changing e as duas versões de One Night Only. Aliás qualquer momento do cd com Jennifer Hudson é ótimo. Se ainda não ouviu, ouça agora, uma atrás da outra. Com o filme ou sem, tanto faz. Dreamgirls é um cd de ótima qualidade. O cd tem uma versão de luxo, com todas as canções do filme em ordem como aparecem no filme, simplesmente perfeita!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM Vênus Negra???????...

Estreou esta semana em algumas cidades, Vênus Negra, filme co produzido pela França / Itália / Bélgica. Dirigido pelo franco-tunisiano Abdellatif Kechiche Vênus Negra conta a história de Saartjie Baartan, uma empregada doméstica africana de 25 anos que foi levada à Inglaterra pelo seu patrão Hendrick Caesar, que decidiu ganhar dinheiro apresentado-a publicamente como a selvagem Vênus Hotentote. Saartjie pertencia aos hotentotes, cuja característica predominante era o acúmulo de gordura nas nádegas e o chamado "avental hotentote", uma anomalia na região genital. Ela, explorada pelo patrão, fazia show apresentando-se em uma jaula, com roupa minúscula. Além que Hendrick instigava sua "empregada" a dançar e atacar a paltéia como uma selvagem perfeita faria.
O filme fez barulho no último Festival de Veneza pelas cenas fortes de exploração e está sendo considerado um dos filmes mais chocantes do ano por vários críticos. Destaque para a estreante atriz cubana Yahima Torres que faz a protagonista, sempre elogiada em toda crítica que vejo.
Relamente tenho medo de ver filmes de conteudo africano com tratamento europeu... Principalmente estes passados em séculos atrás. Mas vou ver quando chegar em Salvador. Paara você que tem cinema perto de casa passando o filme, aproveite e veja o mais novo queridinho da crítica especializada.

sábado, 18 de junho de 2011

G. GARVIN NO JÔ.

Esta semana assitindo a Jô Soares fiquei feliz/surpreso com a presença do Chef G Garvin. Para quem não conhece o negão é bom clicar aqui e ver um antigo post do blog sobre ele. Garvin é um grande chef de cozinha e famoso nos EUA por mesclar culinária e hip hop. Seu programa é muito divertido e faz sucesso tanto lá junto aos gringos como aqui através da tv paga. Ele concedeu uma entrevista (devidamente legendada!) muito boa no Programa do Jô com direito a receita e tudo mais... A entrevista durou dois blocos. Como não vejo Garvin com tanta facilidade, aproveitei para ver sua performace. Fenômeno de simpatia, um sorriso largo e bonito, boa pinta e sabe envolver o público como nenhum outro apresentador de "programa de cozinha" faz aqui no Brasil. Aliás, os programas de arte culinária tem perdido seu encanto faz tempo. Tornaram-se lugar comum, tem apresentadora até que deixa as receitas de lado para apresentar o balanço de vítimas de assassinato durante o fim de semana... Garvin sabe que este tipo de programa ainda rende, mas entende que comida está diretamente ligada a leveza e sabe também explicar seus pratos com maestria. Realmente merece fazer o sucesso que faz!

APERTE O PLAY?????... Don Omar & Romeu (Aventura) VS Latino...

Olha só... Sou fã do Aventura, música latina e preta de primeira qualidade, além de tudo os caras tão fazendo um sucesso estrondoso nos EUA, superando até Lady Gaga em público nos shows... Com a descoberta veio o interesse... Com o interesse assisto os vídeos no you tube, a cada clip gosto mais... até que um dia me vem esta loucura... A música Ella Y Yo... Minha gente o que é isso???!!! Fui ver o clip e com o que me deparo? Na verdade a música e o clip foram regravados por nada mais nada menos que Latino, aqui no Brasil!!!!! Pense eu em frente ao pc dando altas risadas. O pior é que o clip oringinal é muito feio e sua refilmagem não poderia ir por outro caminho. É uma cópia onde Latino arrasa na interpretação (!), o cantor faz caras e bocas transmitindo as reviraoltas da história (!!) com muita entrega (!!!) e carga dramática (!!!!)... Com certeza um dos piores exemplos a serem seguidos... Por que refilma clip ruim e música ruim?! Ah, resposta óbvia... Por que é Latino!!!!! Vejam a seguir o estrangeiro e o nativo cada um com sua versão... Ella Y Yo transformando-se em Amigo Fura Olho... Francamente!...

Ella Y Yo...


Amigo Fura Olho...


terça-feira, 14 de junho de 2011

70.000 VISITAS!!!!!!

Olha eu aqui comemorando novamente... Depois de tantos acontecimentos felizes recentes, volto a entrar no blog para mais uma postagem e sou recebido com uma grata surpresa... Mais de 70.000 visitas ao Película Negra. Nas estatísticas do próprio blog, uma das postagens que mais fazem sucesso é a "E Quando o racismo vem de dentro de casa?", postagem da coluna Crônicas de Um Mundo Negro que demorei muito para construir, pois tem muita coisa minha (óbvio!), das minhas vivencias nela... Depois de um período louco de afazeres reais, volto ao mundo virtual com mais sede ainda. Afinal de contas a cultura negra não para de supreender e tem muita coisa rolando na minha cidade, no resto do país, no mundo...
Agradeço a todos os seguidores, aqueles que seguem, mas não registram seu contato por aqui, os que comentam, os que não comentam nunca (!), aos amigos, aos que conheci só por conta do blog. Não me canso de agradecer, pois se não fossem por vocês já teria desistido desse blog há um bom tempo... Pois bem, o Película segue... De olho nos filmes, nos clips, nos espetáculos teatrais, nas músicas, novos artistas... Nossa cultura cresce e por conta do seu crescimento o Película Negra não pára.