quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Homenagem a Morgan Freeman no Globo de Ouro

O troféu Cecil B. DeMille é dado a artistas que contribuiram com seu trabalho para o desenvolvimento no mundo do cinema.Trata-se de uma premiação dentro do Globo de Ouro, que leva o nome de um dos maiores nomes da indústria cinematográfica norte americana do século passado. Cecil certamente era um grandioso gênio. E no Globo de Ouro 2012 o homenageado vai ser nada mais que Morgan Freeman, que já concorreu ao Globo quatro vezes, vencendo uma por Conduzindo Miss Daisy. Homenagem mais que merecida a este ator com 74 anos e um curriculo quase impécável, são mais de 45 filmes - como ator - uma experiencia como diretor, quatro filmes produzidos, diversos prêmios e a conquista do respeito do público.
Freeman virou sinônimo de ator negro dono de personagens dignos. Além disso, ele é um dos poucos atores negros que consegue papéis que não foram necessariamente escritos para negros, feito só visto com Will Smith e Denzel Washington. É um ator e tanto e merece essa homenagem pelo seu rico trabalho e enorme talento.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

APERTE O PLAY!!! SHAFT

Essa ganhou o Oscar de 1972 de melhor trilha sonora original merecidamente. Apesar da tentativa de sua refilmagem reestruturar a música aos novos tempos, a trilha original composta por Isaac Hayes é fenomenal. O disco fez muito sucesso na epoca em que foi lançado. A pegada disco de encher a alma, o balanço próprio do gueto negro setentista, tudo no seu devido lugar. Trilha sonora brilhante com certeza! Para ouvir, mais de uma vez...

domingo, 6 de novembro de 2011

10 Atrizes Negras Que Você Deveria Dar + Atenção.

Elas são incrivelmente talentosas! Disso ninguém pode ter dúvidas. Algumas delas abrangem seu talento para outros setores da produção de um filme, como direção, roteiro ou mesmo carregar o filme nas cotas como produtoras. Além de talentosas são lindas mulheres e super versáteis em seus papéis, longe do estereotipo de "atriz de um só personagem". Algumas são conhecidas do grande público, outras nem tanto, mas com certeza fazem bonito sempre que aparecem em tela grande ou na telinha da TV mesmo. E você, não tire o olho delas.


SOPHIE OKONEDO:
Ela tem mesmo 42 anos? Realmente não parece. Mas o curriculo desta atriz é de sobrar experiencia. Tudo começou com Ace Ventura - Um Maluco na África ao lado de Jim Carey como a princesa Wachati. Ok nada de grande papel, mas serviu para estar dois anos depois ao lado de  Bruce Willis em O Chacal. Mas foi somente em 2004 com Hotel Ruanda que a vida de Sophie virou de cabeça para baixo. Fazendo o papel de Tatiana Rusesabagina a atriz concorreu ao Oscar de atriz coadjuvante e fez sua primeira super produção Eon Flux, também seu primeiro fracasso. Outro filme bomba em que se meteu foi Alex Rider Contra o Tempo ficção teen muito feia, lançada no meio da década passada. Com A Vida Secreta das Abelhas a atriz mostrou que interpreta e muito bem e olha que o elenco com três grandes cantoras pop poderia fazer ela ofuscar, mas brilhou mais do que nunca. Fazendo o papel de uma deficiente mental, May Boatwright, Sophie rancou elogios de criticos e também do público. É uma atriz de talento formidável.

VIOLA DAVIS:
Essa daqui trabalha feito operária!!! Tem um talento tão grande que participou de um "filminho" ao lado de Meryl Streep e Philip Seymour Hoffman, chamado Dúvida, durante 5 (eu disse cinco minutos!!!) e concorreu ao Oscar de atriz coadjuvante só por esta aparição. E realmente merecia!!! Seu primeiro longa metragem foi Irresistível Paixão e logo depois trabalhou em Trafic. E soube arquitetar uma carreira com participações em bons filmes, sempre pequenos. Mas sempre surpresas. Está esse ano no arrasa quarteirao Histórias Cruzadas em um dos papéis principais. Próximo ano com certeza outro sucesso no curriculo: Extremely Loud and Incredibly Close, ao lado de Sandra Bullock e Tom Hanks.


PAM GRIER:
Ela é o simbolo da blackspotation, movimento setentista norte americano de cinema negro. Foi eternizada pelo filme Foxy Brown de 1974. Muitos anos depois Tarantino iria resgatar sua carreira em Jackie Brown uma obvia homenagem ao gênero que lhe consagrou nos cinemas. Depois de uma luta brutal contra o câncer de mama, Pam voltu novamente ao sucesso com a serie lésbica The L World, participando das seis temporadas, todas com incrível sucesso. No cinema sua carreira é feita de MUITOS filmes ruins. Mas foi com a série de tv que Pam se reconstruiu no mundo do entretenimento.



TICHINA ARNOLD:
Quem não conhece a mãe de Cris, no seriado Todo Mundo Odeia Cris, a Rochelle? Se nunca viu tem que ver. Algo obrigatório. A intepretação dela vale muitos momentos bons da série. Na televisão Sra. Arnold é mais conhecida, mas no cinema sua carreira nunca rendeu grandes trabalhos. É uma comediante de mão cheia, mas devia rever o processo de escolha de seus filmes. Seu último longa foi Ela Dança Com meu Ganso de 2009. Eu eim!


OCTAVIA SPENCER:
É outra que trabalha muito!!!!!!!!! Estreou no liberal, mas eficiente Tempo de Matar com Sandra Bullock em 1996. A partir disso não parou mais. Tem filmes bons no curriculo.  Quero ser John Malkovich, Nunca Fui Beijada, S.W.A.T, Garotas Malvadas, O Solista, Arraste-me Para o Inferno entre outros... Em poucos foi artista principal, como em Histórias Cruzadas, sucesso estadunidense deste ano que estréia no próximo por aqui. Além disso, participou da série Ugly Betty.


JADA PINKETT SMITH:
 Ela é diretora, produtora, é mais conhecida no meio profissional pela sua carreira de atriz. É também mãe de Willow e Jaden Smith e esposa do maior astro do cinema norte americano atual Will Smith. Em 2008 Jada dirigiu e fez o roteiro o filme De Caso com o Inimigo, produzido pelo marido. Como atriz, fez a rinocenronte de Madagascar e também sua continuação, além de ter feito outra dublagem em animação na versão norte americana de A Princesa Mononoque, o suspense Colateral, as duas continuações de Matrix, Ali, Tupac Ressucition, trabalhou ao lado de Spike Lee em A Hora do Show, também ao lado de Wes Craven em Pânico 2, atuou em O Professor Aloprado de 1996. O curioso é que Jada trabalha agora em família: foi produtora de Karatê Kid, A Vida Secreta das Abelhas ao lado do marido e também administra a carreira da filha que é cantora. Super mãe, super mulher.



TARAJI P. HENSON:
Eu gosto muito do trabalho dessa atriz. Para vc que acha que não a conhece, nome de um filme: O Curioso Caso de Benjamim Button, como mãe adotiva do personagem principal. Ela estava estonteante neste papel, concorreu ao Oscar com este trabalho. Conseguia roubar a cena dos efeitos especiais que eram estrondosos. Parece fácil fazer isso, mas não é!!! Estreou mal no cinema: fez As Aventuras de Alceu e Dentinho, mas depois fez bons projetos. Quatro Irmãos, A Última Cartada e Karatê Kid (o novo) são alguns bons filmes. Fez também vários filmes para televisão, além de participações em várias séries. É uma atriz bastante versátil, sabe oferecer ternura e fortaleza em uma mesma personagem. Talento puro!


LYA KABEDE:
Chamou atenção por sua atuação em Flor do Deserto. Com certeza veio da Etiópia para brilhar! Fez também O Bom Pastor e O Senhor das Armas. Tem só estes três filmes no curriculo, mas é uma atriz singela, de sorriso pequeno, linda como poucas e extremamente centrada nos seus trabalhos, além que entrega suavidade e sensualidade como ninguém.

ANIKA NONI ROSE:
Cinco filmes no curriculo e uma carreira que só faz subir. Estreou na comedia Sobreviendo ao Natal, dois anos depois estava no musical de sucesso DreamGirls ao lado de Jennifer Hudson e Beyonce, depois trabalhou no filme The No. 1 Ladies Detective Agency sobre uma mulher sul africana que decide abrir a primeira agencia feminina de seu país. No ano seguinte dublou a primeira princesa negra da Disney em A Princesa Sapo e em 2010 fez o For Colored Girls de Tyler Perry. Ou seja, tem tudo para chegar ao primeiro time em pouco tempo.


LORETTA DIVINE;
Essa é da velha guarda!!! Fez de um tudo. Filme ruim (os DOIS Lenda Urbanda (???!!!)), filme bom, DreamGirls como mãe de Jennifer Hudson e Crash, série de tv e também filmes feitos para televisão. Sabe fazer tudo, do drama a comédia rasgada, pastelão. Não se leva a sério na hora certa, é garantia de ótimo entretenimento e também pode supreender arrancando interpretacões estonteantes. Destaque para asua participação na série Greys Anatomy e as suas colaborações ao lado do cineasta Tyler Perry.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM... MÃE DE SANTO?...

O seriado MÃE DE SANTO foi um marco na televisão brasileira por inúmeros motivos. Imagine um seriado sobre o Candomblé, tratando com respeito as divindades africanas, pesquisa elaborada, feito fora do eixo Rio/São Paulo (a série se passa aqui em Salvador), com atores negros como protagonistas e produção bem acabada, tudo isso no início da década de 90.
Além de todos esses feitos, a série foi a primeira a realizar um beijo ente dois homens. Em seu décimo primeiro episódio, a minissérie narrou a história de Lúcio e Rafael, um casal homossexual interpretado pelos atores Raí Alves e Daniel Barcellos, respectivamente. Ou seja, a extinta TV Manchete foi a responsável por tal feito ousado nesta série dirigida por Henrique Martins.
A série não teve uma repercurssão boa na mídia. Foi exibida logo após o incrível sucesso da novela Pantanal na emissora, em torno de um mês, de 9 de outubro a 2 de novembro as 22:30. A produção não tinha história fixa, tratava de uma Mãe de Santo vivida por Zezé Mota que conta as pessoas que chegam ao seu terreiro as histórias dos Orixás.
Não cheguei a ver tudo, mas pelo pouco que vi gostei. Fiquei imaginando as pessoas da época vendo. Loucura total. Só a cena em que aparecem os Orixás pela primeira vez, saindo de uma igreja católica e descendo o Pelourinho como se estivessem libertos - na minha interpretação... - é de cair o queixo. Nada por conta da grandiosa produção, mas por conta da ousadia da série...
Segue abaixo o primeiro episódio da série Mãe de Santo.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

APERTE O PLAY???? BEYONCE - PARTY...

Eu sou fã de Beyonce. A cantora pop para mim é uma das melhores coisas que apareceu no mundo do entretenimento em muitos anos.
Não é por que gosto de muita coisa que ela faz que sou obrigado é abrir sorriso para todo produto que ela fabrica. Sou fã do trabalho de Beyonce, não de sua vida pessoal, os perfumes que lança, se ela está gravida ou não, se ela brigou com o pai ou não. Gosto das performances, da energia dela no palco, dos cds e a mistura de R&B com ários outros sons. E sou bastante crítico, até por que nestes anos de "baixar música pela net" ainda compro tudo da cantora original, ou seja, pego meu dim dim do meu bolso para sustentar seu lindo ego... De fã em fã Beyonce enche a conta bancária.
Mas este clip é o símbolo do tropeço. E ela dessa vez caiu na poça do mau gosto. Que clip é esse? E a estética (???!!!) bizarra. Os xiitas vão me condenar, mas a contora depois de uma leva de bons clips deste 4º álbum entrega isso? Nem a presença da prima - no final - ajuda. A música é muito boa, mas o clip é feio! Muito por sinal.
Segue abaixo o "clip" novo de Beyonce...



Para piorar a situação, mais uma cantora resolve dizer que Beyonce está plagiando uma antiga cria sua... Uma tal de Khia (sim eu nunca ouvi falar) com um clip igualmente bizarro e uma porcaria de letra na canção. Eu não achei nada parecido. Pintar o subúrbio com cores fortes não é algo novo nem aqui nem na China! Cristina e um monte de cantora já fez isso. Mas se voce gosta da intriga, veja a porcaria abaixo. Consegue ser pior do clip de Beyonce e tem a cara de pau de dizer que que está sendo plagiada...


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM... A COR PÚRPURA MUSICAL - BRASIL?

A Cor Purpura, um das maiores obras literarias de todos os tempos já virou filme e também espetáculo teatral sob o comando de Oprah Winfrey e Quincy Jonnes. Um sucesso por lá por sinal. Vendido pela bagatela de 45 mil doláres e 12% em participação em bilheteria a produtora Oprah cedeu os direitos do musical ao ator/produtor Luciano Szafir que junto a Ricco Antony comandam este incrível projeto de seis (SEIS) milhões de reais.
São 37 atores, negros, escolhidos entre mais de 2000 inscritos. Dentre eles nomes "nada conhecidos" como Vanessa Jackson - cotadíssima para o papel principal - e Isabela Filardis que no primeiro dia da audição não foi muito bem e não foi poupada de criticas. Ou seja, não tem essa de "famosidde" o que está sendo julgado é competencia!!! Abaixo segue o primeiro vídeo sobre o processo de criação da produção e de seleção de elenco. Preparem-se, este será um marco na história do teatro brasileiro. A Cor Púrpura chega ao Brasil em 2012!!!!!!!!!!

ps: muito obrigado ao leitor M.Black por postar informações sobre o espetáculo no post sobre o cd de A Cor Púrpura.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM... RED TAILS?

Filme produzido por George Lucas (preciso mesmo falar o que ele fez para você?...), sobre o primeiro grupo de pilotos negros da história do exército dos EUA - que precisaram superar muito racismo para provar seu valor em combate. O trailer é carregado de efeitos especiais - marca registrada do cineasta que apesar de não dirigir o filme, produz, não gostou do resultado final e dizem finalizou o filme ele mesmo - tem as famosas frases de efeito, cenas de ação para atrair o público masculino e um elenco de primeira que inclui nomes como Bryan Cranston, Terrence Howard, Cuba Gooding Jr., Daniela Ruah, Michael B. Jordan, Ne-Yo, Andre Royo, Tristan Wilds. O nome Red Tails vem das traseiras dos aviões pintadas de vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, da esquadra dos Tuskegee Airmen
O filme estéia nos EUA no dia 20 de janeiro. Não vai concorrer ao Oscar 2012, pois os concorrentes deste ficam até dezembro de 2011.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

VELHO HUMOR... BURRAS PIADAS...

Em uma boate da "diversidade" perto de você... Velhas piadas se repetem e as mesmas pessoas riem, os velhos que levam na esportiva (pois se não levarem são taxados como complexados!) e outros anciãos da burrice, pois adoram um negro rindo de si mesmo para todo mundo ver... Observe e ria... Não esconda o riso. Ria...

sábado, 15 de outubro de 2011

4 ANOS DE PELÍCULA NEGRA!!!!!!!!!

Oh meu velho e bom Deus!!!!!!!!! Esse ano tem sido tão cheio do que fazer que não comemorei o aniversário de 4 anos do meu querido blog!!!!! Sim estou BAITA atrasado. Muito mesmo, era para ter comemorado o feito em... AGOSTO!!!!!! Mas não deu, principalmente por conta da Cia de Teatro, blá, blá, blá... E eu acabei me lembrando agora. Sim, nesse instante, lembrei e estou escrevendo. Me passei. Sempre horrendo para datas meu caro leitor, o que seria eu se não fosse facebook, orkut (isso ainda existe????) e minha velha e querida agenda lembrando de um monte de coisas que devo fazer e não deixar para trás.
Bem, são 4 anos (tenho que bolar algo para os 5, não? rsrsr Uma entrevista com sei lá, Oprah?...) falando sobre arte negra. Na cara de pau entrevistando gente boa e competente e por que não expondo também nossas feridas. Pois não é por que sou preto e amo arte negra que tenho que gostar de qualquer tipo de porcaria que é feito por aqui, pelos EUA e por toda parte do mundo... Agradeço também aos 56 seguidores do blog. Valeu mesmo! Aos fãs de 50 Cent que vez por outra não me deixam em paz (rs) e ao povo que oficialmente não segue o blog, não comenta, nem cutuca, mas está presente aqui.
E para você que não comenta... Deixe de besteria rapaz (moça), coloque sua opinião aí vai. Eu quero saber o que voce acha... Sua visão sobre cultura negra, racismo... Coloca ae vai. Só não venha com "a raça é humana", "somos todos iguais", " Que absurdo, racismo em pleno sec XXI" que te gongo em três dígitos rapidinho. Um amigo disse que tem medo de comentar. Veja só, eu vou morder? As vezes sinto até vontade. Mas não dá...
Muito obrigado a todos. Só mantenho o blog, pois ele é visto. Tem um monte de blog por este mundinho virtual que não sobrevive aos 10 posts. E o nosso querido PELÍCULA NEGRA é odiado e amado na mesma proporção. Parabéns PELÍCULA! Parabéns aos guerreiros que persistem.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O MELHOR E O PIOR DE... Chris Rock


O MELHOR: Todos Odeiam Cris. Alguém duvida? Rock tem mais de 15 anos de carreira, realiza filmes, projetos teatrais, é ator, produtor, diretor, roteirista... Mas seu ponto certo foi a série de TV Todos Odeiam Cris que durou cino temporadas e é simplesmente genial. Acho que não existe outra palavra para resumir a forma como a vida de Cris e sua familia são retratadas. As histórias são ótimas e por mais que tudo se passe nos anos 80, nos EUA, não dá para se afastar tanto de Cris e seu mundo vivendo nos anos 2000 aqui no Brasil. Os personagens são maravilhosos, feito por atores talentosos. O roteiro um primor, bem escrito, sem buracos, trazendo piadas cada vez mais politicamente incorretas e cruéis. A série aborda o racismo com extrema ironia de uma forma única! Considero ela um clássico moderno. Apesar de Todo Mundo Odeia Cris soltar no curriculo do ator, é dele os melhores momentos de Tiros em Columbine, Madagascar, fez o ótimo Dogma, dirigiu o documentario ainda inédito por aqui Good Hair, além da participação em A Hora do Show de Spike Lee. Rock fala sobre racismo como nenhum outro, sem dramas, da forma mais impactante e ironica possivel - sim ele consegue fazer os dois!!!!!!!!! Além disso fala magistralmente sobre muita coisa além do racismo... ou seja, não é limitado.


O PIOR: Acho Que Amo Minha Mulher. Meu Deus que filme insuportável!!!!!!!!!!! Sabe aquela vontade de apertar o stop antes de meia hora de filme passar na sua frente? Meu Deus que arrependimento! Que vontade de pedir meu dinheiro de volta... Homem casado com constantes fantasias sexuais com outras mulheres jamais se arrisca a cometer qualquer tipo de traição. Mas sua moral será testada quando ele recebe a visita de uma ex-namorada. E esta porca miséria ainda é refilmagem do frances "Amor à Tarde", de Eric Rohmer. Ô filme ruim, uma mancha no quase irretocável curriculo de Chris. Tudo tão bem acabado, mas conduzido de forma insuportável. O pior de tudo é ver Rock querendo dar uma de Wood Allen, só que mais machista... Muito ruim.

domingo, 9 de outubro de 2011

A COR PÚRPURA, UM ÁLBUM PARA...


EMOCIONAR!!!! A trilha sonora do clássico A Cor Púrpura é simplesmente fenomenal. É com esta frase clichê até que inicio o post sobre um dos melhores trabalhos musicais que já vi na vida. Uma das poucas trilhas instrumentais também que funcionam sem o filme. Enquanto escrevo este post aproveito para rever Celie, seus dramas e suas alegrias através dos maravilhosos arranjos de Quincy Jones grande tiranossauro rex da música norte americana. Este aliás é um dos poucos trabalhos do diretor Steven Spielberg sem a colaboração do seu fiel maestro John Williams. Não sei como seria a versão filmada do romance de Alice Walker pelas mãos do dono de trilhas inesquecíveis como Perdidos no Espaço, Parque dos Dinossauros, Indiana Jones (todos) e mais recentemente Harry Potter – os primeiros, mas nas mãos de Quincy o mundinho sulista de Celie ganha proporções gigantescas.
O trabalho é excelente. São dois CDs, o Box que tenho é antigo, aquele enorme que não dava para colocar junto aos outros, pois não tinha porta cd que o segurasse. O primeiro cd começa com nada mais nada menos que Miss Celie’s Blues letra de Quincy Jones e Lionel Richie... Uma das melhores músicas que já vi na vida!!!! Em seguida o tema inesquecivel da personagem principal Main Title, que música, exprime toda a fortaleza e sensibilidade da menina que mesmo com os percalços da vida continua seguindo em frente contando sua vida em verdadeiros desabafos a Deus. O amor de Celie por seu infame marido é retratado em uma música angustiante. Quincy consegue extrair da personagem através da música que apesar do personagem, vivido brilhantemente pelo ator Danny Glover, maltratar Celie durante quase todo filme, ela ainda sentia algo por ele, a música misturas arranjos de puro pastelão, com angustia e também a tristeza que significa o “amor” entre os dois no filme.
Outra faixa que destaco é Nettie Teacheres Celie . carinho, amor, sensibilidade estão presentes para retratar um dos ótimos e belos momentos do filme em que as duas irmãs aprendem e ensinam uma a outra. The Separation vem logo depois forte, pesada e não se engane querido leitor o pesada é pois sinônimo de aflição para uma das cenas mais fortes do cinema norte americano. Não tem como não chorar e com a trilha de Quincy – meu Deus!!! – fica ainda pior suportar esta parte do filme. Outras significativas do primeiro cd são I’m Here fofa, Body and Soul que retrata a chegada de Sofia a trama, vigorosa como a personagem de Oprah.
A música gospel negra estadunidense vai ser a principal base para o segundo cd deste álbum. Quincy não abandona o soul e o blues, mas mistura muito os três ritmo. O disco abre com Celie and Harpo. Linda. Ate chegar em Sophia Leaves Harpo com Quincy construindo magistralmente momentos de tensão e ternura em uma única canção. Show!!!  A áfrica é revisitada em duas canções Junk Bucket Blues e The Dirty Dozens a última com dozes CAVALARES de gospel. A partir deste momento a África conhecida por Celie pelas cartas descobertas da irmã vai entrar em ação. Os sons já esperados de uma “visão musical” sobre o continente africano vem misturado com pegadas gospel e a batida grandiloqüente própria dos anos 80, época em que o filme foi feito. A´te que o cd fecha com chave de ouro entoando o mais significativo e tradicional gospel com direito a coral gigantesco amplificado. Celie Shaves Mr/ Scarification Ceremony, Maybe God Is Tryin' To Tell You Somethin e Reunion/Finale são forte, exigentes com o ouvinte (só da para entender isso que escrevi se você ouvir e ver o filme!), divertidas e traduzem a mudança que Celie, nossa queridíssima heroína, passa ao longo de todo filme.
Se A Cor Púrpura foi um filme inesquecível para voce, então sua trilha sonora também vai ser gigante caro leitor. Lindo e forte trabalho. Inesquecível. Gigante. Viagem musical. Enfim, amor a primeira vista em uma das melhores, se não a melhor trilha que tenho em minha estante...
... Ps: poucas coisas no mundo me fazem ficar emocionado. Este cd – novamente – me fez ficar assim... Meio emotivo...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma negritude estampada na cara?

Os atores Valécio Santos como Shirley
e Henrique Bandeira como Alberto,
em cena de Transmetrópolis
Dias atrás, fui provocado por um amigo, sobre um dos pontos – considerados por ele – mornos de Transmetrópolis, meu primeiro espetáculo profissional como diretor e autor. Ele dizia ver minha veia sobre sexualidade presente na peça, mas que meu lado sobre negritude, forte característica que também sou conhecido pelas pessoas, neste primeiro espetáculo da SouDessa Cia de Teatro – que sou fundador e diretor – ele não conseguia enxergar. Fiquei pensando se por ser negro, ter militado um tempo e conhecido alguns movimentos negros por onde passei, tenho mesmo que mostrar que “sou negro!” para todo mundo ver? Não está na cara que Transmetrópolis é um trabalho de um diretor negro? Para a negritude estar presente, ela precisa ser evidenciada na sua cara, muitas vezes de forma panfletária e chata?...
Bem, como não estou nos anos 80 e apitaços e placas de “diga não ao preconceito” para mim não servem de muita coisa... Mostro-me de outras formas. Sim, minha negritude está no espetáculo, achava que só não veria quem não quer... Mas hoje sei que não é bem assim. As referencias as quais construí Transmetropolis são negras. Para falar sobre identidades Stuart Hall (apesar de acharem que sou chegado a teoria queer), para construir o arquétipo de Shirley (personagem principal da trama) estava com a ousadia de Madame Satã na cabeça. Shirley cita Steve Biko. Para fazer Moisés tive como referencia um pastor negro “ex homossexual” que dá cursos sobre como se tornar um hétero. A trama da peça é passada em um bairro periférico de Salvador chamado Pirajá e a religião que domina a periferia e pode até ser considerada como nova religião negra do país (sim isso é uma provocação, pense nisso!!!) são as congregações evangélicas.
Transmetropolis acabou sendo feito – em sua segunda temporada – com um elenco majoritariamente branco. Até um dos atores, Jean Carlos, chamou atenção para isso: “Nossa! Essa periferia está branca demais” em um dos ensaios. Eu realmente não ligo para isso nesta montagem, contanto que a personagem principal fosse feito por um ator/atriz negro (a), para mim tudo bem. Shirley, é quase óbvio, é uma extensão de mim. Muitas coisas que diz sou eu quem digo. Muitas coisas que pensa sou eu quem penso. Muitos desejos que tem eu já tive. Não consigo me enxergar na pele do Outro. O personagem principal para esta montagem tem que ser negro. É e curioso que quando encaramos a possibilidade de substituição – sei lá por quaisquer motivos – do ator Valécio Santos as pessoas dizem sempre: “Não enxergo ela feita por alguém branco.” “Quem faz Shirley tem que ser negra.” Quando dizem isso fico satisfeito, minha negritude não se mostrou panfletaria e aberta na trama, mas ela conseguiu transparecer para o público a ponto de ele se manifestar. Algumas pessoas conseguiam ver minhas referencias negras, outras nem sabiam quem são Steve Biko, Madame Satã, Fanon, mas enxergavam a força de uma NEGRITUDE NATURAL no espetáculo. Geralmente estas pessoas eram negras. Pois, Shirley é negra!
Para além de Transmetropolis, penso a negritude como algo que pode ser evidenciado não somente em cima de palanques, teses de mestrado de 150 páginas, discursos inflados e espetáculos panfletários. Precisamos avançar. Colocar a negritude em um patamar normal! Normalidade que para ser alcançada precisa de muito esforço da nossa parte. Descolonizar nossas cabeças! As ditas minorias, ou maiorias sem representação majoritária em espaços de poder, ainda encontram sua identidade exposta por fatores exóticos. E a destruição do exotismo muitas vezes não se dá a partir de gritos, placas nas mãos, apitos ensurdecedores. Essa negritude eu deixo para quem tem saco de ficar gritando embaixo de sol a pino. Nasci nos anos 80, mas a forma de lutar – na minha opinião – de lá pra cá mudou e muito.
Sou negro. E a minha negritude está na minha essência. Ela não precisa bradar para existir. Pois ela não se oferece como uma carência. Ela é!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MAIS UMA SOBRE MANDELA

Mais uma produção cinematográfica entra em ação sobre a vida de Nelson Mandela. Dessa vez, mais precisamente sobre Winnie Mandela, ex-esposa do líder sul africano. O filme, mesmo antes de estrear, já causa certo desconforto, pelo menos para a verdadeira Winnie que não aprovou o roteiro do filme e ameaça vetar o mesmo, tanto que ele não tem ainda data de estréia certa comercialmente. Para o papel principal Jennifer Hudson foi escalada e aparece linda no cartaz promocional do filme (abaixo) ao lado de Terrence Howard interpretando Mandela. A trama é inspirada no livro Winnie Mandela: A Life de Marie du Preez Bezdrob e a direção fica a cargo do sul africano Darrell Roodt do suspense Caçados e do drama Yesterday.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

YES?! VOCÊ PODE OBAMA!?...


A popularidade do homem está indo de mal a pior dizem os jornais de todo o mundo. A economia do seu país, que ele acabou "pegando" em fragalhos depois da era Bush, está mais uma vez correndo o risco de ir para o ralo... Mas o que fazer para aumentar a popularidade do presidente?... Hum... Obama pode até estar com o cacife em baixa no mundo real, mas na ficção seu nome está em alta em três produções que chegarão nas telonas cada uma em seu tempo certo, estrtégicamente para fazer o nome dele brilhar durante um bom tempo...
A primeira película trata-se de um filme dirigido por Willian Dear, Politics of Love, inspirado nas várias histórias de amor publicamente documentadas que surgiram durante a campanha presidencial do presidente americano Barack Obama. O protagonista da trama é a cara do presidente diga-se de passagem... Mas o filme não é nada em tom de acusação ao presidente não. É na verdade uma comédia romantica de duas pessoas em lados opostos da corrida presidencial.
Já outro projeto intitulado Kill Bin Laden (olha o nome!!!), aborda operações militares estadunidenses ocorridas em 2001, que objetivavam assasinar Osama Bin Laden. O projeto tem previsão de estréia em Outubro de 2012 (um mês antes das eleições nos EUA), mas está gerando burburinhos. Katrhryn Bigelow diretora de Guerra ao Terror (ganhou o Oscar, lembra?!) foi até investigada, pois o governo acha que Obama vazou informações secretas para a diretora dar mais verdade ao filme. Pior, a Sony - que produz o filme - fez até evento para arrecadar fundos para a reeleição do presidente.
E para fechar com chave de ouro, um projeto ainda sem título, um singelo filme com nada mais que Will Smith interpretando o homem mais poderoso do mundo. Will disse só esperar o tempo máximo de oito anos para colocar a produção em dias. Já que quer falar do presidente em toda sua tragetória política, consolidando seu caminho com o cargo máximo da politica estadunidense. Ou seja, já tem até projeto para deixar o homem na história...
Esperar as cenas dos próximos capítulos para que Obama seja reeleito, dê um tapa na cara dos economistas e ainda brilhar da sala de cinema mais perto de você...

Cartaz oficial de Politics of Love,
comédia romantica sobre amores
na época da eleição de Obama


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Que mel é esse Histórias Cruzadas??????

O que este filme tem pelo amor de Deus? Estreou meio que de mansinho... como quem não quer nada e abalou em menos de uma semana o coração dos norte americanos. Os engravatados da Disney (!) gastaram 25 milhoes de dólares com ele e já arrecadaram mais de 140 milhões de dólares em apenas 5 semanas SOMENTE com o boca a boca... Que mel é este presente em Histórias Cruzadas?... O filme conta a historia da jovem Eugenia "Skeeter" Phelan (Emma Stone) acaba de se graduar e quer virar escritora, mas encontra a resistência da mãe, que quer vê-la casada. Aconselhada a escrever sobre o que a incomoda, Skeeter encontra um tema em duas mulheres negras: Aibileen (Viola Davis), empregada que já ajudou a criar 17 crianças brancas, mas chora a perda do próprio filho, e Minny (Octavia Spencer), cozinheira de mão cheia que não arruma emprego porque não leva desaforo dos patrões para casa.
Mesmo com todo o sucesso, a estreia no Brasil é prevista para 3 de fevereiro, ainda... Devido ao sucesso em território estadunidense, fico com medo do filme ser mais uma película liberal onde brancos ficam amigos dos negros sem lançar mão de uma bela lição de moral... para os negros é claro!... Geralmente filmes falando sobre racismo qu fazem enorme sucesso vão por esta linha. Tomare MESMO que queime minha língua! Pena que vou ter que esperar até dia 03/02/2012 para conferir. Quer dizer, se a net deixar...


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SEVEURS EXOTIQUES, UM ÁLBUM PARA...


DESLIGAR O CÉREBRO E... DANÇAR! DANÇAR! DANÇAR!... Eis a conhecida história de 4 garotas que formam um grupo musical, estoram, acabam se transformando em trio embarcam um cd que as faz conhecidas como grande sucesso em seu país e logo depois a cantora "centro das atenções" se separa das outras componentes e lança carreira solo de sucesso... Não, não estamos falando de um certo grupo norte americano, mas sim do grupo afro caribenho Les Deesses. Este álbum, Seveurs Exotiques, começa correto com Ensemble, trata-se de um zouk moderno e sem pretensões grandiosas. Logo depois, a mistura começa a ficar boa com a faixa que dá nome ao cd, zouk + música "árabe" + hip hop... Nada fenomenal, mas divertido. On a Changé é a terceira, na minha opinião uma das melhores do cd, que ganhou dois clips - o primeiro horrendo e sua versão remix ótimo - zouk de primeira categoria para dançar agarradinho... Au Bord De L'agonie, Ca C'est Bon,  Danse Avec Moi - maravilhosa - e Oye Amor mantém a qualidade não deixando o álbum cair no ritmo. O cilma romantico vem com Confidence e Cacher, clichês até a alma... Seguindo On a Changé, Laissez Aller chega com sua mistura de vários sons do Caribe, é zouk, é rasga, o "tradicional" hip hop mantendo presença... Logo depois o álbum consegue, depois de tantas músicas boas para dançar, cair de qualidade, na verdade despenca ladeira abaixo com A Quoi Tu Penses e On A Change 2 (?!)... Mas nada que estrague o trabalho destas três garotas. Ignore as últimas e se delicie com um dos mais divertidos cds de zouck atual... Para desligar a cabeça do mundo e dançar a noite toda... agarradinho, claro!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Esta semana fiz contato com um novo velho mundo. Um mundo real, feito de quadrinhos, mas bem longe da fantasia de selos como a DC Comics ou da realidade que alguns outros selos espalhados pelo mundo gostam tanto de evidenciar. Descobri nestes últimos dias um quadrinista chamado Marcelo Quintanilha, talento fenomenal, e sua Obra Sábado dos Meus Amores, que traduz a realidade - aquela muito próxima a sua, à minha - para o mundo dos quadrinhos de uma forma completamente diferente, eu mesmo nunca tinha visto aquela forma de desenho, aqueles traços tão reais. Tudo parece que vai sair da publicação de pouco mais que 60 páginas, que mesmo não formulando histórias incomuns te fisgam de um jeito a ponto de você não querer mais largar as páginas.
Quintanilha trata da realidade carioca, da favela que você e eu moramos, ou do Nordeste... Mas espera aí... Isso MUITOS quadrinistas já fizeram. O que ele tem de diferente então?... Só vendo para crer. Primeiro: esqueça as histórias rebuscadas, cheias de reviravoltas. Marcelo busca justamente no simples, muito simples, o mote para seus desenhos. Ele retrata a pele negra de seus personagens (já que em sua maioria são nordestinos - que ele enxerga como negros em sua maioria - e o poo das favelas cariocas) com um brilho uma vida única em cinco histórias mágicas e rebuscadas através dos caminhos da realidade. A minha preferida é a história da menina recém alfabetizada que é zombada pelas amigas do curso de alfabetização para adultos por fazer as coisas como criança, mas ela não quer ser comparada como criança e desatina a se apaixonar pelo único homem que a leva a sério como mulher. É muito bonito!
O preço da revista vale a pena, geralmente se encontra a publicação por R$ 39,90, mas o material é de maravilhosa qualidade, capa dura, o tratamento gráfico é de proporções gigantescas, lindo mesmo. Desde já recomendo, o Nordeste e a favela sem maniqueísmo de Marcelo Quintanilha, seu excelente material, com texto incrível e arte de cair o queixo. Fenômeno!

IMAGEM DA SEMANA: LEILA LOPES MISS UNIVERSO!!!!!!


Linda!!!!!!! Meu Deus que sorriso lindo, que corpo (longe do estereotipo de mulher muito magra), que simpatia, que olhos, enfim que beleza estonteante. Foi o Miss Universo mais comovente que já vi. A única coisa que não gostei foi a Miss China ficando em 5º lugar. Nossa! A mulher é classuda demais, poderia estar entre as três... Mas decisão dos jurados, fazer o que. Voltando a angolana Leila Lopes, estudante de administração de empresas, não acreditei quando anunciou o nome das 5 mulheres mais bonitas do mundo, junto ao suspense da chamada feito pelos apresentadores, o teatro do Credicad Hall clamava o nome ANGOLA. Adriane Galisteu comentando: "Ela não está acreditando que está ali", ela realmente não acreditava, mas na loucura de um país que não era o dela, em um continente totalmente diferente do seu o povo deste país se comover em torno de sua figura! Isso sim era inacreditável!!!!! A torcida brasileira pela brasileira, que acabou no terceiro lugar, era simplesmente correta! Mas a de Angola, caro leitor... Eu dava gritos de guerra aqui em casa. E olha que nunca fiz isso com nenhuma Miss em nenhum momento. Acordar e ver em cada canto a notícia que uma mulher como Leila está como a mulher mais bonita do mundo... Nossa!!!! Ma-ra-vi-lho-so! Finalizo com a frase de Leila quando questionada sobre racismo: “Racismo não me atinge. Os racistas sim devem procurar ajuda, porque não é normal uma pessoa pensar assim no século 21. Qualquer tipo de preconceito não tem fundamento”. Terapia neles Leila...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

APERTE O PLAY!!!!! Tank - I Can't Make You Love Me

Clip bonito, simples, bem feito, do jeito que gosto, vem do cd Now Or Never lançado em 2010. A música já é conhecida. O cantor Tank talento de ouro. Gostei realmente, tanto que passo...

sábado, 27 de agosto de 2011

APERTE O PLAY!!!!! BEYONCE 1+1

Novo clip de Beyonce, de uma música do seu mais noo cd - 4 - que para mim não é lá grande coisa... Mas o clip é muito bem feito. Simples. Sem coreografias grandiosas, sem modelo bonito, somente Beyonce no centro das atenções... É incrivel a forma como a cantora consegue se reformular em um mesmo cd.

sábado, 13 de agosto de 2011

APERTE O PLAY?????????? Glória Maria...

Minha gente o que é isso? Eu realmente preciso falar alguma coisa? Alguém precisa dizer a ela que ela não PODE cantar?...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

300º Postagem!!!!

Alegria!!!!!!!!!!!!!!!... Há um certo tempo atrás, na cidade de Alagoinhas, interior da Bahia, quando ainda era universitário, decidi, depois de ter visto o filme musical Dreamgirls fazer um blog sobre cinema negro. Postaria nele, minha visão sobre a sétima arte voltada para a cultura de raiz africana. Com o tempo, o cinema foi ficando cada vez mais pequeno para o blog e passei também a falar de televisão. Depois virei de cabeça para baixo o blog; agreguei entrevistas, criticas teatrais, música, clips e colunas sobre cultura negra de tudo quanto é forma. Já falei de boneca, de série gay negra, tapa de protagonista em novela da oito, entrevistei ator transfomista, escritora de sucesso, diretora teatral, músico engajado, já postei minhas opiniões sobre o mundo negro... Já fiz de um tudo, sempre com o pensamento de colocar a cultura do meu povo em envidencia, elogiando quem realmente faz um trabalho bem feito e aqueles que infelizmente escorregam na maionese - afinal de contas não somos perfeitos.
E agora chego a trecentésima postagem!!!! Por que comemoro? Pois construir um blog com 300 postagens definitivamente não é facil. Tenho que ver o produto, degusta-lo direitinho, sentar em frente ao computador e digitar - muitas vezes mais de uma página - postando minha opinião sobre o mesmo. Saliento o "mais de uma página" pois a maioria dos blogs e seus formatos possuem textos rápidos e leves. Em poucos vejo, a precisão de total atenção do leitor. E ao mesmo tempo que desejo passar a infomação, quero distancia da forma enfadonha como muitos veículos tratam a cultura negra. Enfadonha, distante, quase inalcançável... Só não abro mão do meu típico mau humor... e do meu humor negro com o racismo... Afinal de contas o autor é um homem negro e outro tipo de cor meu humor não poderia ter... Também não abro mão da provocação, incitar de vez em quando é ótimo! E os meus textos fazem isso.
Pensar a cultura negra, provocar a cultura negra, problematizar as identidades negras, esculhambar atitudes afro-oportunistas, divulgar artistas que estão começando ou que não são conhecidos por estas bandas e falar também daqueles que tem estrada longa... O mundo negro é visto no PELÍCULA NEGRA. Muito obrigado a você, caro leitor, que acompanha. Obrigado mesmo!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

BLACK PRESIDENT: tradução.

Hoje, na beira de mais uma comemoração do PELÍCULA NEGRA... faço um post sobre uma música que quando ouço sempre me emociono. Da diva sul africana Brenda Fassie -  considerada a rainha do pop por lá mesmo depois de oito anos de sua morte -  Black President é pura força, encanto, elegancia e infinita emoção. Brenda fez esta canção em homenagem a Nelson Mandela, quando o primeiro presidente negro da Àfrica do Sul saiu da prisão depois de anos de sofrimento. Apesar de toda sua vida conturbada, com passagem por clínicas de recuperação por conta de seu vício em drogas, Brenda ao contrário de muitos cantores que se viciam, cantava a esperança. Nunca deixou de sorrir, pular em suas apresentações. Muitos gostam das divas negras que cantam (e muitas vezes muito bem!) o lamento, o sofrimento... Já eu gosto de Brenda, pois ela é pop (e realmente sou um pop maníaco) e canta a superação, a alegria, o amor a sua terra! É por isso que Black President sempre me alegra. Para mim é um hino! A letra sozinha já é um primor, com a melodia e a voz de Fassie, nossa (!!!), não tem como o sorriso não ir ao rosto.

Presidente Negro

O ano de 1963/ O presidente do povo/ Foi levado por homens da segurança /Todos vestidos de uniforme /
A brutalidade, a brutalidade/ Oh, não, meu presidente negro / Ele e seus companheiros /Foram condenados ao isolamento/ Por muitos anos dolorosos/ Por muitos anos dolorosos/ Muitos anos dolorosos/ De trabalho duro
Eles romperam cordas / Mas o espírito nunca foi quebrado / Nunca quebrado/ Oh, não, meu, meu presidente negro / Vamos nos alegrar para o nosso presidente/ Vamos cantar para o nosso presidente/ Vamos orar para o nosso presidente/Vamos cantar, vamos dançar/ Para Madiba por nos dar a liberdade
Agora em 1990/ O presidente do povo/ Saiu da prisão/ Levantou a mão e disse: !Viva, viva, minha gente!/ Ele andou pela longa estrada/ De volta, de volta à liberdade/ /De volta, de volta à liberdade/ Liberdade para o meu presidente negro
Vamos nos alegrar para o nosso presidente/ Vamos cantar para o nosso presidente/ Vamos orar para o nosso presidente / Vamos cantar, vamos dançar / Para Madiba por nos dar a liberdade / Hmm maa (3x) / Mama/ Hmm maa (3x) / Mama

Black President

The year 1963 / The people's president / Was taken away by security men / All dressed in a uniform / The brutality, brutality / Oh, no, my black president/ Him and his comrades / Were sentenced to isolation / For many painful years / For many painful years / Many painful years / Of hard labor / They broke ropes / But the spirit was never broken / Never broken / Oh, no, my, my black president / Let us rejoice for our president / Let us sing for our president / Let us pray for our president / Let us sing, let us dance / For Madiba, Madiba give us freedom

Now in 1990 / The people's president / Came out from jail / Raised up his hand and said / Viva, viva, my people'/ He walked the long road / Back, back to freedom / Back, back to freedom/ Freedom for our president/ Let us rejoice for our president / Let us sing for our president/ Let us pray for our president/ Let us sing, let us dance /For Madiba, Madiba give us freedom/ Hmm maa (3x)/ Mama/ Hmm maa (3x)/ Mama/ I will die for my president / I will sing for my president/ I will stand and say/ Viva, viva, viva, viva, viva, viva my president
A versão que tenho no cd "The Queen of African Pop - Brenda Fassie - 1964/2004 - Greatest Hits" é bem grandiosa, esta é mais pop, mais dançante. Considero a versão original melhor, mas o clip vale muito a pena. E se você nã conhece Breda trate de conhecer... Não vai se arrepender, garanto!


sábado, 30 de julho de 2011

APERTE O PLAY!!!!!! Les Aiglons

Com 14 álbuns de sucesso, inúmeros hits, o grupo Les Aiglons faz sucesso até hoje. Ano passado foi lançado um álbum do grupo. Quem nunca dançou ao som do grupo das Antilhas Francesas que espalhou a lambada pelo mundo?... O sucesso virou moda aqui no Brasil com o desenvolvimento do ritmo no final da década de 70 início dos anos 80. Eu dançava e muito! E você, não?! Ah vai, confessa... Dançar lambada no final da década de 80 inicio dos anos 90 era tudo de bom. Para lembrar, relembrar e dançar muito ao som de um dos grupos de black music (por que não?!) mais contagiantes da história...


terça-feira, 26 de julho de 2011

JENNIFER HUDSON OU NINA SIMONE?????

"Existem canções que sao eternizadas na voz de uma pessoa e nao precisa de regravaçoes, a gravação original fala por si sò!!!" Com este comentário em um post meu do facebook meu amigo virtual (rsrs) Anderson acabou inspirando este post. Seu comentário foi sobre o vídeo que postei de uma das apresentações ao vivo de Jennifer Hudson, que em seu segundo álbum regrava um hit de Nina Simone. Felling Good é uma das melhores do cd e , para mim, a versão de Hudson é bem superior a de Nina, pois evoca a alegria e a redenção que a música precisava.
Outra coisa, acho também que a forma de cantar mudou muito de uns tempos para cá. Nem melhor , nem pior, apenas diferente. O som sai dos cantores de forma diferente, eles pensam em outras coisas, e a melancolia daqueles tempos já não resiste aos dias atuias. É um outro tipo de sentimento. Nina interpretava a canção maravilhosamente, mas nunca me agradou a forma como suas canções tristes ecoavam dentro de casa... Até nesta canção, feliz!, ela é triste. Coisas da cantora, ok? E também Nina vem dos Panteras Negras... Muito das experiencias e forma de vida está na sua interpretação... Jennifer não passou por isso... É lógico que a força de sua voz vem por outra linha...
Agora é com voce caro leitor, veja a canção na voz das duas cantoras e tire suas próprias conclusões. Deixo logo o aviso que, não estou comparando Nina com Jennifer, posi são duas coisas bem diferentes. São ÓTIMAS cantoras, cada uma de sua forma traz a música aos nosso ouvidos da forma como achar melhor. Escolhi a de Hudson, pois tem mais haer comigo, é mais pop, mais leve, grandiosa eu acho também... E você, o que acha?...






sábado, 16 de julho de 2011

Vc já ouviu falar em... HISTÓRIAS CRUZADAS (THE HELP)?


Uma estadunidense aspirante a escritora, do estado do Mississipi, nos anos 60, resolve entrevistar uma empregada doméstica negra para seu primeiro livro. A empegada então resolve soltar o verbo sobre as relações entre empregadas negras e seus patrões brancos. Ela fala francamente com todos os detalhes e o livro acaba tendo uma repercursão jamais imaginada. A entrevista rompe com o código de comportamento implícito nos lares entre negros e brancos e choca a comunidade.
Essa é a história de Histórias Cruzadas (The Help), filme dirigido por Tate Taylor com Viola Davis, Emma Stone, Jessica Chastain e Octavia Spencer. Pelo trailer o tom é leve, mas ao mesmo tempo traz cenas pesadas. Gostei também do cartaz. O filme é produzido pela 1942 Produções e chega aqui no Brasil dia 16 de Setembro de 2011. Fico aguardando, pois a história é interessante. Tomare que não seja exemplo daqueles filmes que falam sobre diferenças e apelam para pieguice do clichê "todo mundo é igual" no final da história...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I REMEMBER ME... Um álbum para...

NOSTALGIA PURA. Existe vida após o Ìdolos? Existe vida depois do 2º (!) lugar do Ídolos? Jennifer Hudson provou que sim com DreamGrils, roubando a cena de Beyonce e os demais astros com quem contracenava logo em seu filme de estréia. Ficou conhecida, cantou no Oscar, ganhou pemios, fez outro filme Sex And The City - com canção engatada na trilha sonora - e fez seu primeiro trabalho na música, mostrando que a derrota no Ìdolos não abalou sua carreira por conta da sua força de vontade, talento e sua voz brilhante que crescia a cada dia. Seu primeiro álbum que leva seu nome, de 2008, chegou para marcar seu lugar no patamar de divas norte americanas. Agora, em 2011, a sra. Hudson passa por uma transformação total, em voz, em corpo, em tudo! E esta transformação está presente a cada música de I Remember Me, forte trabalho da cantora/atriz.
Não entendeu ainda, caro leitor, o por que o "Nostalgia Pura" no começo da postagem? Explico: o álbum me remeteu a ótima (e infelizmente!) antiga fase de cantoras como Whitney Huston e Mariah Carey. Os fãs com certeza irão me matar, mas estas duas não são as mesmas de antes. Vejo que Hudson tem tudo para ser uma Huston com juizo! Estou só esperando um grande filme para ela estourar de vez com trilha sonora!!! Pois conhecida ela já é, o aperfeiçoamento do seu trabalho é bem ao gosto dos norte americanos que ADORAM uma história de superação e por fim ela é talentosa pra caramba. A cada batida do R&B nunca batido - pois é remisturado com vários outros sons - do seu novo trabalho, Hudson lembra Huston em uma época boa, em que sua voz era realmente viva e que seu som servia para nos tocar sem esforço.
Não estou dizendo que a sra. Hudson desaparece neste I Remember Me. NÃO! Só lembrei, pois apesar de não ser fã, sinto falta de uma Huston mais vigorosa. Algo que Celine Dion soube aproveitar bem com o tempo e com a maturidade, a maternidade... A velhice está fezendo bem para Celine, ja para Hiuston... Continuando... Jennifer Hudson brilha neste novo trabalho. O álbum é melodramático as vezes ( No One Gonna Love You), mas forte com I Got This uma linda canção sobre seguir em frente e não perder as esperanças. A batida só aumenta a ontade de ouvi-la novamente. Logo depois, Where You At vem para mostrar que o amor que se pinta é bem diferente daquele que se apresenta bem na nossa cara!... A música que dá nome ao álbum abrilhanta mais ainda o cd, fala sobre alguém procurando seus pedaços destruidos e tendo que se reconstruir: "I dream about, I dream about.The place where all the broken pieces fit together".Gone é exageradamente ciumenta e deliciosa. Ouça e entenda! rsrsrs. O exagero é repetido em Why Is It So Hard, já que o amor também não é um sentimento fácil de se administrar, chega às vezes a ser contraditório demais... Still Here entra aqui como destaque pois é clichê, por isso destaco, parece feita sobre encomenda "olha sou uma diva!"... Felling Good para mim é a MELHOR música do cd! Simplemsente maravilhosa. O som, mistura de gospel com soul, um lee jazz, a letra simples e um primor - bem do jeito que gosto! - sobre um novo dia, sobre a alegria que brota na esperança de um novo dia. Muito lindo! A armadilha do cd é Belive, que no primeiro momento parece outra canção para Hudson se garantir como diva - ela grita, ela tem agudos fortes e tal - mas a letra, principalmente o refrão deixa qualquer obviedade de lado. O gospel chega com tudo nesta.
Dqui do meu som, digitando estas palavras, não consigo parar de ouir este cd. Coloco e viajo. Lindo trabalho e que Jennifer Hudson se aprimore mais e mais. A qualidade do seu trabalho está ficando cada dia mais rebuscada. Sorriso garantido.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Undercover

Que J.J Abrams é o midas do século XXI todo mundo já sabe! Que o cara é um faz tudo também todo mundo sabe. Misto de produtor, diretor de primeira categoria, visionário, roteirista este grande profissional é responsável por tirar a tv norte americana - e por conta da sua influencia, a do resto do mundo também. - do ostracismo e o cinema do lugar comum. Se você acha que nunca viu nada dele... Missão Impossível 3 e 4, o novo Star Trek, produtor de Cloverfield, as séries Lost, Alias, Felicity são suas crias... Também esta Undercover sua filha.
Estrelada pelos atores, Gugu Mbatha-Raw e Boris Kodjoe a série fala sobre um casal de espiões que volta a ativa por conta do desaparecimento de um amigo. Enquanto isso eles levam - ou tentam levar - uma vidinha normal administrando uma empresa especializada em bufês. Sim... é mais do mesmo, eu também concordo, mas é mais do mesmo nas mãos de J.J Abrams ainda por cima protagonizada por atores negros. Sim isso é um baita diferencial! A série tem ritimo,  mas não fez sucesso, completando somente uma temporada. Os especialistas norte americanos de televisão colocam a culpa do fracasso no desenvolvimento da trama que é realmente batida e ruim. J.J Abrams já vinha de uma outra série que o povo dizia ser copia de outra, Fridge seria cópia de Arquivo X... Outros afirmam que uma das causas da série não ter dado sucesso seja justamente o casal protagonista afro americanos.  E por conta disso o público se desinteressou. Consideraram ousadia demais a idéia do cineasta/produtor/roteirista em colocar algo tão grandioso e sem pegada racial protagonizado por negros.
Seja isso verdade ou não, dentro desta perspectivia, nós ainda não atingimos o senso comum! Ou seja, a capacidade de estarmos em qualquer veículo de mídia sem necessáriamente estarmos ligados a temática racial. Quando isso acontece, poucas vezes diga-se de passagem, tudo tem que ser revestido com uma parte branca. Geralmente um ator branco que acompanha. Todo mundo sabe que casal interracial faz sucesso e não é de hoje. Maquina Mortífera e Miami Vice estão aí para tirar a prova.
Infelizmente, este Undercoer só ficou uma só temporada, mas o suficiente para fazer história. Os protagonistas são lindos, talentosos, seu idealizador é brilhante. É ver o trailer abaixo, ficar curioso e baixar, depois tirar suas próprias conclusões, pois não foi exibida aqui no Brasil, mas já está disponível na net.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Negras na Playboy...

A revista Playboy conhecida por ser uma publicação de nu feminino, famosa no mundo inteiro tem 434 edições com a atual de julho deste ano. A publicação americana com certeza passa disso, já que foi fundada em 1953, ditando padrões de beleza a serem consumidos, sonhados e por que não seguidos também...  Desde sua primeira edição norte americana trazendo a capa nada mais nada menos que Marilyn Monroe, sem número na edição, já que seu criador não tinha certeza do sucesso da mesma, muitas mulheres, famosas ou que conheceram o sucesso a partir de seus flashs, passaram pela publicação. No Brasil em 1975 chegava a primeira Playboy com selo nacional com Livia Mund na capa. Mas somente em 1979 a revista foi publicar em sua capa, como ensaio principal uma mulher negra.


No seu aniversário de 25 anos a edição brasileira estampa a modelo americana Darine Stern.



Um ano depois outra negra estampa a capa da revista. O ensaio evocava o carnaval brasileiro cheio de suas mulatas voluptouosas e fantasias na cabeça de muitos foliões... principalmente os brancos.



Com um vácuo de 16 anos, somente em 1996 que Isabel Filardis estamapa uma outra publicação em sua capa.


A modelo Rosiane Pinheiro, musa da Copa do Mundo de Futebol, posa para a capa da Playboy de junho de 1998.


Em 2002 o reality show extinto (graças a Deus!) Amor A Bordo no programa do apresentador Luciano Huck colocou sua vencedora nas capas da publicação para publico masculino mais famosa do mundo.


Em Fevereiro de 2009 Jessica Maia pousou para a revista novamente com o ensaio evocando o carnaval.

Juliana Alves, atriz global, que fez a personagem Suellen da novela Caminho das Índias, foi a sétima mulher negra a estampar uma capa da 'Playboy' brasileira. Ano 2009, edição de outubro.



Como ´setima negra a estampar a capa de uma publicação brasileira da revista a ex integrante de outro reality show desta vez o BBB, Jaqueline causou polemica (?!) ao dizer o óbvio que não foi convidada para pusar como capa, pois as revistas de nu masculino eram racistas. Ganhou na sua edição duas capas, uma comportada e outra ousada...



Mas por que falar de Playboy afinal de contas?... Pois ela como outras revistas de nu - ou não! - dizem, mostram, divulgam, o que é considerazdo bonito. E consequentemente o que é desejado pelos homens brasileiros. Não vou ficar aqui afirmando o óbvio, que o modelo de beleza vigente não é o negro blá blá blá, isso você está careca de saber e se não acorde para a vida!... A revista segundo a o fundador da Abril Editora: "É uma revista para ajudá-lo a tornar-se completo. Para atualizá-lo em todas as áreas de seu interesse inteligente: esporte, aventuras, arte, cinema, moda, literatura. E naturalmente, nas doses certas, um outro assunto de grande interesse: a mulher"... Destes assuntos todos, a mulher negra não ocupa espaço na revista. Somente sete desde 75?... Sei que muita gente não curte mais a revista, por conta da internet que disponibiliza seu conteúdo, também por que se tornou-se quase que um concurso de imagens fotoshopadas, alguns dizem da sua qualidade não ser mais a mesma e suas concorrentes serem melhores, ou por que a Playboy em tempos de Brasileirinhas pode ser comparada a um garoto franzino tentando combater o valentão da escola. Que seja! Muitas - ou quase todas - as revistas brasileiras sofrem deste mal, já que para eles negro(a) não vende. Mas os publicitarios sabem que comprarm! Isso eles sabem, por mais contraditório que seja... É bom reparar no movimento dos publicitários quando são confrontados com sua obviedade construída. Dizem "Não somos racistas!" para não afastar o público negro que compra suas publicações, mas ao mesmo tempo "no fundo" existem uma outra mensagem... "Mas não esperem representações!"...

domingo, 10 de julho de 2011

RAÇA NEGRA AO VIVO... UM ÁLBUM PARA...


DOR DE COTOVELO!!!!... Para melhor aproveitamento do antigo trabalho do grupo Raça Negra é preciso uma advertencia: Ouça este cd somente se estiver MUITO feliz!... Pois se você no momento estiver em zona de fim de namoro, ou em crise no relacionamento é melhor ficar longe dele. LONGE! Se não, aproveite este símbolo da dor de cotovelo, dos desesperados por um amor bandido, do samba/brega romantico (nossa que redundante!) tão em alta nos anos 90. Este foi o primeiro trabalho ao vivo do grupo, onde foram acoplados quase todos os hits da carreira deles . Não estranhe se os destaques são muitos. O álbum abre com um sambinha de quintal feliz... Feliz no quesito Raça Negra se é que você me entende... Tempo Perdido abre o cd com gritos eufóricos das fãs, logo depois outro hit Me Leva Junto Com Você onde começa a fase "desesperado de amor e muito carente!", afinal de contas versos como "O mel do seu beijo tem o gosto do amor/ Me leva junto com você/ Meu bem eu te peço não me deixe só/ me leva junto com você/ Ninguém te pertenceu/ Ninguém te ama como eu"... São dose para leão! A faixa Deus Me Livre vem com a porrada "Eu quero esquecer, mas se vejo você coração dispara"... Ai é covardia!!!!!!...Logo depois, Preciso Desse Amor segue a mesma linha da música anterior.  Maravilha vem para aumentar o astral, música esperançosa, quase um hiato no repertório do grupo. Preciso Dar Um Tempo é tão triste, mas tão triste que te faz rir descontroladamente... Se você conseguir chegar em Te Quero Comigo, Quando Te Encontrei e Cigana considere-se um herói e de auto estima inabalável!!!! Estou Mal diz logo para que veio em seus primeiros versos. Não há mais salvação querido leitor. A depressão agora é incurável, a carencia destrói de vez: "Preciso de você/ estou cansado de sofrer/ estou com medo de não aguentar/ estou peredendo a razão de viver..." Peça logo a morte!!!!!!! Já Ciúme de Você é brega e animada. Com Tarde Demais eu sou suspeito para falar, pois me entrego facilmente a ela. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidencia!... Curioso é a forma de que o grupo escolhe para começar quase todas as suas dramáticas canções de amor; a capela e com o público acompanhando logo em seguida. Só depois de um bom minuto de cantoria da platéia os instrumentos começam a tocar. Raça Negra ao Vivo é um álbum bom para ouvir com os amigos, a caminho da bebedeira, ou aquele cd bom para a sessão nostalgia e também para você morrer de rir com os mesmos de como sabe todas aquelas canções de cor sem nunca perceber isso... Mas mantenha o ábum longe se estiver canrente, depressivo, sozinho, desesperado, triste...